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	<title>microcrédito - Abcred</title>
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	<description>Promovendo o ambiente de Microcrédito e Microfinanças no Brasil</description>
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	<title>microcrédito - Abcred</title>
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		<title>Reforma Tributária: levantamento da ABCRED aponta desafios e pontos de atenção para instituições de microcrédito</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 13:54:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 18 de setembro, a Abcred realizou uma videoconferência para apresentar os resultados do levantamento feito a partir dos dados coletados com as instituições associadas sobre os possíveis impactos da Reforma Tributária. A análise foi conduzida pelo Dr. Daniel Mariz e buscou identificar os principais pontos de atenção diante das mudanças previstas com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia <strong><em>18 de setembro</em></strong>, a Abcred realizou uma videoconferência para apresentar os resultados do levantamento feito a partir dos dados coletados com as instituições associadas sobre os possíveis impactos da Reforma Tributária. A análise foi conduzida pelo <em>Dr. Daniel Mariz </em>e buscou identificar os principais pontos de atenção diante das mudanças previstas com a implementação do IBS e da CBS.</p>



<p>Os dados levantados mostram diferentes modelos operacionais e fontes de recursos utilizadas pelas instituições, reforçando a necessidade de avaliar os possíveis impactos da reforma.</p>



<p>Entre os principais pontos destacados estão a <strong>segregação contábil e documental</strong> das diferentes receitas e operações, o <strong>custo do funding</strong>, o tratamento das perdas e a possibilidade de novas obrigações acessórias.</p>



<p>Durante a reunião, foi destacada a importância de uma atuação conjunta, incluindo uma agenda de advocacy junto ao Ministério da Fazenda e ao Comitê Gestor da Reforma Tributária, considerando as características das instituições de microcrédito.</p>



<p>Ao final da reunião, a <strong><em>presidente da Abcred, Isabel Baggio</em></strong>, agradeceu a participação de todos e reforçou a importância no acompanhamento dos impactos da Reforma Tributária.</p>
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		<title>ABCRED promove encontro com Sebrae RS e OSCIPs para alinhamento sobre o FAMPE Microcrédito</title>
		<link>https://abcred.org.br/abcred-promove-encontro-com-sebrae-rs-e-oscips-para-alinhamento-sobre-o-fampe-microcredito/3207/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:16:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 17 de setembro, foi realizado, em Porto Alegre (RS), um encontro promovido pela ABCRED com o Sebrae Rio Grande do Sul e representantes de OSCIPs que atuam no estado, com o objetivo de alinhar ações relacionadas ao Fampe Microcrédito. A reunião contou com a participação da presidente da Abcred, Isabel Baggio, João Krein, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia <strong><em>17 de setembro</em></strong>, foi realizado, em <em>Porto Alegre (RS)</em>, um encontro promovido pela ABCRED com o Sebrae <em>Rio Grande do Sul</em> e representantes de OSCIPs que atuam no estado, com o objetivo de alinhar ações relacionadas ao Fampe Microcrédito.</p>



<p>A reunião contou com a participação da <strong>presidente da Abcred, Isabel Baggio, João Krein, assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas da Abcred, representantes do Sebrae de Porto Alegre e dez regiões com atuação em todo o Rio Grande do Sul, além de representantes de algumas das OSCIPs que atuam no estado. Entre as instituições presentes estavam Crecerto, Imembuí Microfinanças, Banco da Família e Credioeste.</strong></p>



<p>A reunião teve como objetivo principal apresentar o <strong>FAMPE Microcrédito</strong>, esclarecer dúvidas sobre o Programa e fortalecer a parceria entre o Sebrae e as instituições associadas à Abcred. Também foram apresentados benefícios do programa, como duas horas de consultoria gratuita do Sebrae e a dispensa de aval por meio do FAMPE.</p>



<p>Durante o encontro, as instituições também destacaram que sua atuação não se limita ao atendimento de MEIs. Além do FAMPE Microcrédito, as instituições trabalham com diferentes linhas de crédito, como Microcrédito Rural e o Crédito Soma Com Elas, entre outras modalidades, podendo atender também microempresas, pequenos negócios e outros públicos, conforme a disponibilidade de cada instituição.</p>



<p>O encontro possibilitou a troca de informações entre os participantes e o alinhamento de ações conjuntas para ampliar a divulgação do FAMPE Microcrédito e das demais alternativas de crédito oferecidas pelas instituições.</p>
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		<title>BAHIA ARTICULA EXPANSÃO DO MICROCRÉDITO PARA REGIÕES DESASSISTIDAS</title>
		<link>https://abcred.org.br/bahia-articula-expansao-do-microcredito-para-regioes-desassistidas/3204/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:56:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Baiana de Microfinanças e Microcrédito (ABOMCRED), o ECLOF International e a Desenbahia realizaram reunião de trabalho para alinhar os planejamentos estratégicos das instituições de microfinanças baianas e ampliar o acesso ao crédito produtivo no estado. O encontro reuniu dirigentes da associação, executivos das Instituições de Microfinanças (IMFs) associadas, representantes do ECLOF International e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Baiana de Microfinanças e Microcrédito (ABOMCRED), o ECLOF International e a Desenbahia realizaram reunião de trabalho para alinhar os planejamentos estratégicos das instituições de microfinanças baianas e ampliar o acesso ao crédito produtivo no estado.</p>



<p>O encontro reuniu dirigentes da associação, executivos das Instituições de Microfinanças (IMFs) associadas, representantes do ECLOF International e da Desenbahia. Participaram Ilana Queiroz, diretora executiva da ICC Itabuna Solidária e presidente da ABOMCRED; Eduard Walkers, consultor do ECLOF International para a América Latina e Caribe; Marcos André Fontes, gerente de Microfinanças da Desenbahia; Hermes Bomfim, diretor executivo da ICC Conquista Solidária; José Corsini, diretor executivo do CEAPE Bahia; e João Krein, especialista em microfinanças e consultor da ABOMCRED.</p>



<p>A agenda ocorre em um momento de profundas transformações na economia e no mundo do trabalho. A digitalização da economia, a expansão do comércio eletrônico — que redefine o papel do comércio físico — e o crescimento do trabalho por conta própria ampliam os desafios e as oportunidades de micro e pequenos empreendedores. Nesse cenário, as microfinanças e o microcrédito produtivo orientado se afirmam como instrumentos estratégicos de inclusão financeira, geração de renda e fortalecimento do empreendedorismo.</p>



<p>“A Bahia é um estado nordestino com altos índices de pobreza e informalidade, onde as microfinanças e o microcrédito se consolidam como ferramenta estratégica para a geração de renda e de empregos e para a melhoria da qualidade de vida. As parcerias com o ECLOF International e com a Desenbahia são fundamentais nesse processo: a primeira amplia a troca de experiências internacionais e o acesso a novos produtos e serviços financeiros; a segunda, ao nosso lado desde 2003, fortalece a capacidade das nossas instituições de levar crédito produtivo orientado a quem mais precisa. Para quem está fora do sistema bancário, o microcrédito é uma alternativa real de inclusão, renda e dignidade”, afirmou Ilana Queiroz, presidente da ABOMCRED.</p>



<p>A reunião tratou de três temas centrais: o projeto de unificação institucional e operacional das instituições associadas para a redução de despesas operacionais e a expansão das atividades de concessão de microcrédito para regiões desassistidas — com a apresentação de dados preliminares pela consultoria contratada; novos produtos e serviços microfinanceiros; e o fortalecimento das parcerias entre a ABOMCRED, o ECLOF e a Desenbahia.</p>



<p>A parceria entre a associação baiana e o ECLOF teve início em julho de 2024, quando a ABOMCRED passou a integrar a rede internacional, tornando-se a instituição que representa a organização no Brasil. Com o apoio da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), a parceria já resultou em workshops e numa iniciativa de planejamento estratégico voltada ao fortalecimento da governança, da capacidade institucional e da sustentabilidade de longo prazo das instituições baianas.</p>



<p>“Esta reunião reafirma o compromisso da ECLOF International com o fortalecimento das microfinanças no Brasil. Ao lado da ABOMCRED e de suas instituições associadas, estamos construindo as bases para ampliar o acesso ao crédito produtivo e aos serviços financeiros para as populações mais vulneráveis da Bahia, promovendo justiça social e dignidade humana”, afirmou Eduard Walkers, consultor do ECLOF International para a América Latina e Caribe.</p>



<p>A presença da Desenbahia reforçou a dimensão institucional do encontro. Parceira das instituições de microfinanças baianas desde 2003, a Agência de Fomento do Estado da Bahia financia as organizações que operam nas regiões de Feira de Santana, Vitória da Conquista e Itabuna, apoiando a concessão de microcrédito produtivo orientado a micro e pequenos empreendedores formais e informais para a geração de emprego, renda e mobilidade social.</p>



<p>“Nosso momento é de fortalecer a parceria com as instituições de microfinanças associadas à ABOMCRED, apoiando-as para atender um número cada vez maior de microempreendedores nas cidades onde já atuam e expandir o atendimento para outras regiões do Estado”, disse Marcos André Fontes, gerente de Microfinanças da Desenbahia. Ele informou que uma nova parceria está sendo estudada para que as IMFs associadas à ABOMCRED também atuem na concessão de créditos do Programa Credimais, linha de financiamento de até R$ 50.000,00 destinada a empreendedores já mais estruturados. “O desafio é fortalecer as parcerias e as conexões entre todos os atores que atuam com o propósito de promover a inclusão social e o desenvolvimento socioeconômico”, completou.</p>



<h2>Sobre o ECLOF International</h2>



<p>Fundação sem fins lucrativos criada em 1946, em Genebra, na Suíça, o ECLOF International é o hub de uma rede global de instituições de microfinanças com atuação em 14 países da África, Ásia, Cáucaso e América Latina. Com a missão de promover justiça social e dignidade humana por meio das microfinanças, oferece serviços financeiros e não financeiros a microempreendedores e pequenos agricultores, com portfólio de US$ 46,6 milhões e mais de 100 mil clientes atendidos.</p>



<h2>Sobre a Desenbahia</h2>



<p>A Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) é a instituição financeira pública do Governo do Estado responsável por articular e promover políticas e ações de fomento, assegurando recursos técnicos e financeiros capazes de impulsionar o desenvolvimento sustentável da Bahia. Instalada oficialmente em 17 de setembro de 2001, a Agência tem seu foco no financiamento de micro, pequenas e médias empresas, com o objetivo de promover a inclusão econômica e social pelo crédito. A Desenbahia apoia as instituições de microfinanças que operam nas regiões de Feira de Santana, Vitória da Conquista e Itabuna, financiando a concessão de microcrédito produtivo orientado para a geração de emprego, renda e mobilidade social.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ABCRED promove reunião com associadas para discutir impactos da Reforma Tributária nas instituições de microfinanças</title>
		<link>https://abcred.org.br/abcred-promove-reuniao-com-associadas-para-discutir-impactos-da-reforma-tributaria-nas-instituicoes-de-microfinancas/3158/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:22:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 6 de agosto, a ABCRED promoveu uma reunião exclusiva com suas associadas para discutir os impactos da Reforma Tributária nas organizações que atuam com microcrédito produtivo orientado. O encontro, com o tema &#8221;Apresentação de Diagnóstico sobre a Reforma Tributária para as Instituições de Microfinanças&#8221;, foi conduzido pelo advogado Dr. Daniel Mariz. Durante a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 6 de agosto, a ABCRED promoveu uma reunião exclusiva com suas associadas para discutir os impactos da <strong>Reforma Tributária</strong> nas organizações que atuam com microcrédito produtivo orientado. O encontro, com o tema <strong>&#8221;Apresentação de Diagnóstico sobre a Reforma Tributária para as Instituições de Microfinanças&#8221;</strong>, foi conduzido pelo advogado <strong>Dr. Daniel Mariz.</strong></p>



<p>Durante a apresentação, o Dr. Daniel Mariz destacou que a Reforma Tributária deverá exigir das instituições maior organização interna, com atenção à segregação contábil, aos processos operacionais e ao acompanhamento fiscal.</p>



<p>Entre os principais pontos apresentados, foram destacados dois riscos relevantes para as instituições de microfinanças: a não cumulatividade dos impostos incidentes sobre aquisições e a possibilidade de tributação das operações de crédito. O especialista ressaltou que, enquanto instituições financeiras possuem previsão de tratamento diferenciado na nova legislação, as OSCIPs ainda não possuem regulamentação específica quanto ao tema.</p>



<p>Segundo o diagnóstico apresentado, será fundamental que as instituições realizem um mapeamento detalhado de suas operações internas, avaliando possíveis impactos na formação de preços e buscando alternativas que permitam maior equilíbrio econômico, incluindo a possibilidade de dedução de custos relacionados à captação de recursos, inadimplência e perdas de carteira.</p>



<p>A presidente da ABCRED, <strong>Isabel Baggio</strong>, ressaltou a importância da iniciativa e da criação de um espaço de diálogo entre as instituições associadas, permitindo a troca de informações, esclarecimento de dúvidas e construção conjunta de estratégias para enfrentar os novos desafios do setor.</p>



<p>Ao final do encontro, foi aberto um momento exclusivo para esclarecimento de dúvidas, no qual o Dr. Daniel Mariz respondeu aos questionamentos das associadas e aprofundou pontos levantados durante a apresentação. Participaram desse momento com contribuições e perguntas os representantes<strong> Ivaldo, da AmazonCred; Gilson, da Credimais; Georgia, do Banco da Família; Marcia, do Ceape BA; Herian, da Credisol; e Vania Soeiro.</strong></p>



<p>A ABCRED reforça, por meio dessa iniciativa, seu compromisso em promover conhecimento, integração e apoio às instituições de microfinanças, contribuindo para que suas associadas estejam cada vez mais preparadas para os desafios e transformações do setor.</p>
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		<item>
		<title>OSCIPs: você sabe como elas funcionam?</title>
		<link>https://abcred.org.br/oscips-voce-sabe-como-elas-funcionam/3153/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 16:45:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito além da concessão de crédito, as OSCIPs promovem inclusão financeira, fortalecem pequenos negócios e contribuem para o desenvolvimento econômico e social de milhares de empreendedores em todo o país. Quando se trata de microcrédito, muitas pessoas conhecem os benefícios dessa modalidade de financiamento, mas nem sempre sabem quem está por trás dessa operação. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><strong>Muito além da concessão de crédito, as OSCIPs promovem inclusão financeira, fortalecem pequenos negócios e contribuem para o desenvolvimento econômico e social de milhares de empreendedores em todo o país.</strong></em></p>



<p>Quando se trata de microcrédito, muitas pessoas conhecem os benefícios dessa modalidade de financiamento, mas nem sempre sabem quem está por trás dessa operação. Em todo o Brasil, as <strong>Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs)</strong> desempenham um papel fundamental na ampliação do acesso ao crédito para micro e pequenos empreendedores, especialmente aqueles que encontram dificuldades para obter financiamento pelos meios tradicionais.</p>



<p>As<strong> OSCIPs</strong> são entidades privadas, sem fins lucrativos, qualificadas pelo poder público para desenvolver atividades de interesse social. No setor das microfinanças, essas organizações atuam como operadoras de microcrédito produtivo orientado, oferecendo recursos destinados ao desenvolvimento de pequenos negócios e à geração de trabalho e renda para milhares de famílias.</p>



<p>Mais do que conceder crédito, essas instituições desenvolvem um trabalho próximo aos empreendedores. Por meio do <strong>agente de crédito</strong>, cada solicitação é analisada de forma individual, considerando a realidade do negócio, sua capacidade de pagamento e suas necessidades de investimento. Esse acompanhamento permite que o crédito seja utilizado de forma planejada, contribuindo para o crescimento sustentável do empreendimento. Além disso, orienta o empreendedor a compreender melhor suas necessidades financeiras e a organizar seus recursos de maneira mais eficiente.</p>



<p>O diferencial das OSCIPs está justamente na orientação. O objetivo não é apenas disponibilizar recursos financeiros, mas apoiar o empreendedor na tomada de decisões, incentivando investimentos que aumentem a produtividade, ampliem a capacidade de atendimento, possibilitem a aquisição de equipamentos, melhorem a estrutura do negócio ou fortaleçam o capital de giro. Afinal, mesmo empresas que apresentam boas vendas podem enfrentar dificuldades financeiras quando não possuem capital de giro suficiente.</p>



<p>Como entidade representativa do setor, a <strong>ABCRED</strong> reúne OSCIPs e outras instituições operadoras de microcrédito em todo o Brasil, promovendo o fortalecimento das microfinanças, a troca de experiências e o desenvolvimento de iniciativas que ampliam o acesso ao microcrédito produtivo orientado. Ao apoiar essas organizações, a Associação contribui para que cada vez mais empreendedores encontrem oportunidades de investir, crescer e transformar seus negócios por meio do microcrédito.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Programa Juro Zero fortalece o empreendedorismo e amplia o acesso ao microcrédito em Santa Catarina</title>
		<link>https://abcred.org.br/programa-juro-zero-fortalece-o-empreendedorismo-e-amplia-o-acesso-ao-microcredito-em-santa-catarina/3148/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:31:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O acesso ao crédito é um dos principais desafios enfrentados por quem empreende. Para estimular o desenvolvimento dos pequenos negócios, o Governo de Santa Catarina criou o Programa Juro Zero, uma iniciativa voltada aos Microempreendedores Individuais (MEIs) que facilita o acesso ao crédito produtivo e incentiva o crescimento sustentável dos empreendimentos. O programa apoia a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O acesso ao crédito é um dos principais desafios enfrentados por quem empreende. Para estimular o desenvolvimento dos pequenos negócios, o Governo de Santa Catarina criou o <strong>Programa Juro Zero</strong>, uma iniciativa voltada aos Microempreendedores Individuais (MEIs) que facilita o acesso ao crédito produtivo e incentiva o crescimento sustentável dos empreendimentos.</p>



<p>O programa apoia a concessão de microcrédito para MEIs por meio do subsídio da taxa de juros, desde que o empreendedor mantenha o pagamento das parcelas em dia. Dessa forma, o crédito torna-se mais acessível, reduzindo custos e incentivando novos investimentos.</p>



<p>Mais do que ampliar o acesso a recursos financeiros, o Programa Juro Zero representa um importante instrumento de fortalecimento da economia local. Ao apoiar os pequenos negócios, a iniciativa contribui para a geração de renda, estimula o empreendedorismo e fortalece o ecossistema empresarial no estado.</p>



<p>Nesse contexto, as instituições associadas à <strong>ABCRED</strong> desempenham papel essencial ao viabilizar o acesso dos empreendedores ao programa em diferentes regiões. Por meio do atendimento próximo, da orientação e da concessão do microcrédito produtivo orientado, essas entidades garantem que mais empreendedores tenham acesso aos recursos necessários para investir, crescer e consolidar seus negócios.</p>



<p>Entre as associadas que operam o <strong>Programa Juro Zero estão a Acredite, Banco da Família, Banco do Empreendedor, Banco do Planalto Norte, Banco do Vale, Blusol, Casa do Microcrédito, Crecerto, Extracredi, Profomento, Credisol e a Credioeste</strong>, levando oportunidades a milhares de microempreendedores catarinenses.</p>



<p>Para a <strong>ABCRED</strong>, iniciativas como o Programa Juro Zero demonstram a relevância das políticas públicas aliadas ao microcrédito produtivo orientado. Quando o acesso ao crédito vem acompanhado de orientação e de instituições comprometidas com o desenvolvimento dos empreendedores, o impacto vai além do financiamento: promove inclusão produtiva, fortalece pequenos negócios e cria oportunidades para quem deseja crescer de forma sustentável.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ABCRED destaca avanços da Lei nº 15.364/2026 para o microcrédito e as microfinanças no Brasil</title>
		<link>https://abcred.org.br/abcred-destaca-avancos-da-lei-no-15-364-2026-para-o-microcredito-e-as-microfinancas-no-brasil/3143/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:10:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aprovação da Lei Nº 15.364/2026, marco importante no avanço do microcrédito e microfinanças no Brasil. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A<strong><em> Lei nº 15.364/2026</em></strong> representa um importante avanço para o fortalecimento do microcrédito e das microfinanças no <em>Brasil</em>. A nova legislação reconhece e amplia as possibilidades de atuação das instituições que trabalham com microcrédito e microfinanças.</p>



<p>Entre os principais avanços está a ampliação do escopo das microfinanças, permitindo que o apoio oferecido aos empreendedores também contemple necessidades essenciais. A medida contribui para uma atuação mais próxima da realidade de quem busca recursos para manter, organizar ou desenvolver suas atividades.</p>



<p>A legislação também prevê que a orientação e a contratação do microcrédito possam ser realizadas por meios digitais. Essa possibilidade facilita o acesso aos serviços financeiros, amplia o alcance das instituições e pode tornar a jornada do empreendedor mais simples e acessível.</p>



<p>Outro ponto relevante é o fortalecimento das instituições que atuam com microcrédito e microfinanças. Ao reconhecer e ampliar suas possibilidades de atuação, a <strong><em>Lei nº 15.364/2026</em></strong> reforça a importância dessas organizações na promoção da inclusão financeira e no apoio aos pequenos negócios em todo o país.</p>



<p>Além disso, a atualização acompanha as transformações do setor e cria condições para que o microcrédito alcance um número ainda maior de empreendedores. Ao combinar inovação, atendimento próximo e orientação financeira, as instituições de microfinanças podem oferecer soluções mais adequadas às diferentes realidades dos pequenos negócios brasileiros.<br><br>Para a ABCRED, o avanço da legislação reafirma o papel estratégico do microcrédito produtivo orientado na geração de renda, no fortalecimento dos pequenos negócios e no desenvolvimento das comunidades.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ABCRED, Sebrae Paraná e Instituições de Microfinanças alinham implantação do FAMPE Microcrédito no Estado</title>
		<link>https://abcred.org.br/abcred-sebrae-parana-e-instituicoes-de-microfinancas-alinham-implantacao-do-fampe-microcredito-no-estado/3138/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agendas Abcred]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes da ABCRED, do Sebrae Paraná e das Instituições de Microfinanças (IMFs) associadas reuniram-se, na última sexta-feira, em Curitiba, para alinhar o planejamento da implantação do FAMPE Microcrédito no Paraná. Participaram do encontro representantes das associadas Crecerto, Blusol, Extracredi, Credisol, Banco do Empreendedor, Banco da Família e MCS Crédito Solidário, além do assessor de Relações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Representantes da ABCRED, do Sebrae Paraná e das Instituições de Microfinanças (IMFs) associadas reuniram-se, na última sexta-feira, em Curitiba, para alinhar o planejamento da implantação do FAMPE Microcrédito no Paraná.</p>



<p>Participaram do encontro representantes das associadas <strong>Crecerto, Blusol, Extracredi, Credisol, Banco do Empreendedor, Banco da Família e MCS Crédito Solidário, além do assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas da ABCRED, João Krein.</strong> A reunião teve como objetivo alinhar a implementação do programa, fruto da parceria entre a ABCRED e o Sebrae Nacional, e fortalecer a atuação integrada entre as instituições.</p>



<p>Durante o encontro, foram definidos encaminhamentos para ampliar a integração entre as IMFs e o Sebrae Paraná, oferecendo aos empreendedores um atendimento mais qualificado antes, durante e após a contratação do microcrédito.</p>



<p>Entre as ações previstas estão capacitações presenciais e por videoconferência para agentes de crédito, abordando a utilização da ferramenta Planejadora, do Sebrae, em complemento ao Levantamento Socioeconômico (LSE); orientações sobre a formalização de micro e pequenos empreendedores como Microempreendedor Individual (MEI); e os novos regramentos das compras públicas, que ampliam as oportunidades de fornecimento de produtos e serviços pelos MEIs às administrações municipais, órgãos públicos e instituições financeiras públicas.</p>



<p>Também foi definido o desenvolvimento de ações conjuntas entre as IMFs e as unidades regionais do Sebrae Paraná nos processos de pré e pós-crédito, fortalecendo o acompanhamento dos empreendedores e potencializando os resultados das operações.</p>



<p>Outro encaminhamento prevê a criação de um relacionamento permanente entre os profissionais das Instituições de Microfinanças e as equipes do Sebrae Paraná, além da participação das associadas em feiras, eventos e demais iniciativas promovidas pela instituição, ampliando a divulgação do microcrédito orientado e dos serviços de apoio aos pequenos negócios.</p>



<p>A reunião definiu ainda a elaboração conjunta de materiais de divulgação e a criação de mecanismos para acompanhamento e compartilhamento das operações realizadas com aval do FAMPE junto ao Sebrae Paraná, fortalecendo as ações de pós-crédito, monitorando os resultados do programa e aperfeiçoando sua execução.</p>



<p>A iniciativa reforça o compromisso da ABCRED com o fortalecimento do ecossistema do microcrédito produtivo orientado, ampliando o acesso ao crédito, incentivando o desenvolvimento dos pequenos negócios e contribuindo para o crescimento econômico sustentável.</p>
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		<title>Agenda institucional da ABCRED reforça apoio ao fortalecimento do microcrédito</title>
		<link>https://abcred.org.br/agenda-institucional-da-abcred-reforca-apoio-ao-fortalecimento-do-microcredito/3119/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:22:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), Isabel Baggio, acompanhada do Assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas, João Krein, cumpriu agenda institucional em Santa Catarina entre os dias 16, 17 e 18 de Junho, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com as instituições associadas e acompanhar a [&#8230;]]]></description>
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<p>A presidente da <strong>Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), Isabel</strong> <strong>Baggio</strong>, acompanhada do Assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas, <strong>João Krein</strong>, cumpriu agenda institucional em Santa Catarina entre os <strong>dias 16</strong>, <strong>17</strong> e <strong>18 de Junho</strong>, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com as instituições associadas e acompanhar a evolução das operações de microcrédito na região.</p>



<p>Durante a agenda, foram realizadas reuniões com <strong>Paulo Fiamoncini</strong>, <strong>Presidente da Acredite</strong>; <strong>Edilson</strong> <strong>Wilvert, Diretor da Blusol; Marcelino Schlindwein, Diretor Administrativo da Profomento; Sedenir dos Santos, Diretor Executivo da Casa do Microcrédito; Alceu Pacheco, Diretor Executivo da Credisol; e Luiz Floriani, Diretor-Superintendente do Banco do Empreendedor. </strong>Os encontros permitiram o alinhamento de ações, a troca de experiências e o debate sobre oportunidades para ampliar o acesso ao crédito produtivo orientado.</p>



<p>No Banco do Empreendedor, a reunião com o diretor-superintendente, Luiz Floriani, reforçou os benefícios oferecidos pela ABCRED às instituições associadas e tratou da implementação do FAMPE Microcrédito, cuja utilização pela entidade está prevista para os próximos dias.</p>



<p>A agenda também incluiu reuniões voltadas à discussão dos principais desafios enfrentados pelos microempreendedores, com destaque para o acesso ao crédito. As conversas abordaram temas como educação financeira, inclusão financeira, endividamento e a dificuldade de comprovação de renda por trabalhadores informais. Também estiveram em pauta o fortalecimento do FAMPE, a criação de novas parcerias estratégicas, o desenvolvimento de produtos voltados ao segmento e a expansão das operações das OSCIPs associadas.<br><br>Sobre as sugestões colhidas para implantação, podemos destacar: a organização de uma delegação com representantes das associadas à ABCRED para participação no FinnLAC Forum 2026 do BID, evento que substitui o Foromic e que deverá ser realizado no final do corrente ano; e a organização de um evento sobre temas contemporâneos relacionados a microfinanças com os técnicos das instituições, visando a troca de conhecimentos e experiências.</p>



<p>Segundo <strong>Isabel Baggio</strong>, o microcrédito desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico, ao oferecer acesso a recursos para investimento e capital de giro, aliado a uma metodologia de acompanhamento próximo do empreendedor.</p>



<p>Para a ABCRED, a aproximação constante com as associadas é fundamental para fortalecer o setor, compartilhar boas práticas, apoiar a expansão das operações de microcrédito e ampliar o alcance das políticas voltadas ao desenvolvimento dos pequenos negócios em todo o país.</p>
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		<title>Superendividamento avança e especialistas defendem &#8221;crédito de qualidade&#8221;</title>
		<link>https://abcred.org.br/superendividamento-avanca-e-especialistas-defendem-credito-de-qualidade/3100/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:57:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crescimento do superendividamento das famílias brasileiras e a explosão do crédito de consumo foram amplamente debatidos, recentemente, no 2° Encontro Nacional Sebrae e Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred), em São Paulo. Especialistas alertaram para o crescimento de modalidades de crédito consideradas mais caras e defenderam o fortalecimento do microcrédito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O crescimento do superendividamento das famílias brasileiras e a explosão do crédito de consumo foram amplamente debatidos, recentemente, no <strong>2° Encontro Nacional Sebrae e Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred</strong>)<strong>, </strong>em São Paulo. </p>



<p>Especialistas alertaram para o crescimento de modalidades de crédito consideradas mais caras e defenderam o fortalecimento do microcrédito produtivo como alternativa para geração de renda e inclusão financeira. Evento reuniu representantes de instituições de microfinanças, especialistas e lideranças do setor para discutir os desafios do crédito no país.</p>



<p>Dados da Abcred mostram que as instituições associadas movimentaram mais de R$ 1,9 bilhão em operações de microcrédito em 2025, com mais de 188 mil contratos realizados em todo o país. Os resultados também evidenciam a importância do crédito assistido, cuja metodologia de acompanhamento contribui para reduzir riscos e ampliar a capacidade de pagamento dos clientes.</p>



<p>O economista <strong>Lauro Gonzalez</strong>, professor da <strong>FGV</strong>, apresentou dados sobre o avanço do superendividamento e os impactos do atual modelo de crédito no Brasil. Segundo ele, o país passou por uma forte expansão do crédito voltado ao consumo, especialmente após 2020, com crescimento concentrado em modalidades mais caras e digitais.<br><br>“O Brasil ampliou o acesso ao crédito, mas isso não significa necessariamente melhora na qualidade do crédito ofertado. Hoje temos uma expansão importante das modalidades de consumo, muitas vezes caras, que acabam agravando o comprometimento da renda das famílias”, afirmou Gonzalez durante a palestra.</p>



<p>O economista destacou ainda que medidas emergenciais de renegociação ajudam momentaneamente, mas não resolvem as causas estruturais do problema. “Programas de renegociação aliviam a pressão no curto prazo, mas o desconforto financeiro volta a crescer se não houver mudança estrutural na forma como o crédito é ofertado. Precisamos ampliar o acesso ao crédito de qualidade, especialmente o microcrédito produtivo orientado”, afirmou.</p>



<p>Em artigo recente, o <strong>consultor </strong>da <strong>Abcred</strong>, <strong>João Krein</strong>, avalia que o cenário atual é resultado de fatores que vão além da economia tradicional, envolvendo informalidade, precarização do trabalho, pressão por consumo e expansão do crédito fácil aliado às apostas digitais.<br></p>



<p>Segundo <strong>Krein</strong>, o problema não pode ser analisado apenas pelos indicadores econômicos tradicionais. “O crescimento do PIB, a queda do desemprego ou mesmo o aumento da renda média já não conseguem explicar sozinhos o ambiente social do país. O superendividamento hoje também está relacionado à insegurança financeira, à desesperança e à fragilidade das relações econômicas”, afirma no artigo.</p>



<p>Para a <strong>presidente </strong>da <strong>Abcred</strong>, <strong>Isabel Baggio</strong>, o debate sobre crédito no Brasil precisa avançar além da ampliação da oferta.“O Brasil não sofre apenas com falta de crédito. Sofre também com excesso de crédito ruim, caro e pouco conectado à geração de renda. O microcrédito produtivo orientado nasce justamente como alternativa a esse modelo”, afirma.</p>



<p>Segundo ela, o diferencial do microcrédito está no foco produtivo e no acompanhamento técnico, especialmente junto a pequenos empreendedores e trabalhadores informais. “Quando o crédito vem acompanhado de orientação e tem foco produtivo, ele deixa de ser apenas uma dívida e passa a ser instrumento de desenvolvimento, inclusão produtiva e fortalecimento das economias locais”, diz.</p>
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		<title>Microcrédito avança 55% no país e deve superar R$ 2 bilhões em 2026</title>
		<link>https://abcred.org.br/microcredito-avanca-55-no-pais-e-deve-superar-r-2-bilhoes-em-2026/3055/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:13:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O microcrédito virou peça relevante na engrenagem de inclusão produtiva do país e fechou 2025 com avanço acima de qualquer linha tradicional do sistema financeiro. Dados da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED) mostram que o valor emprestado pelas instituições associadas ultrapassou 1,9 bilhão de reais no período, alta de 57% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O microcrédito virou peça relevante na engrenagem de inclusão produtiva do país e fechou 2025 com avanço acima de qualquer linha tradicional do sistema financeiro. Dados da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED) mostram que o valor emprestado pelas instituições associadas ultrapassou 1,9 bilhão de reais no período, alta de 57% sobre 2024.</p>



<p>A base de clientes ativos chegou a cerca de 238 mil pessoas, crescimento de 53% em um ano, enquanto a carteira ativa avançou 55%. Parte da expansão reflete a entrada de uma nova instituição na base da entidade, o que pesa na comparação anual. Mesmo descontado esse efeito, o setor cresceu em torno de 25%, ritmo que a associação considera sustentável.</p>



<p>Por trás do desempenho, a ABCRED aponta dois movimentos. De um lado, instituições mais maduras, com uso de tecnologia e equipes capacitadas. De outro, um público de pequenos empreendedores que passou a valorizar o crédito acompanhado de orientação técnica.</p>



<h2><strong>Crédito orientado puxa expansão das operações</strong></h2>



<p>Segundo a presidente da ABCRED, Isabel Baggio, o avanço é resultado direto da combinação entre estrutura mais robusta das instituições de microfinanças e uma demanda que migrou do empréstimo solto para o crédito assistido. “Houve evolução na estrutura das IMFs, com equipes mais preparadas e uso de tecnologia, o que aumentou a eficiência”, afirma.</p>



<p>A executiva destaca também o vínculo com o tomador do empréstimo. “Ao mesmo tempo, cresce a demanda por um crédito que inclui orientação, apoio técnico e educação financeira, o que fortalece a relação com os empreendedores e mantém a inadimplência em torno de 4%, abaixo da média do sistema financeiro”, diz Baggio.</p>



<p>O patamar de calote menor que o registrado em outras linhas do mercado financeiro é, de acordo com a entidade, um dos fatores que dão fôlego à expansão e ajudam a atrair novos operadores para a base associada.</p>



<h2><strong>Carteira pode passar de R$ 2 bilhões em 2026</strong></h2>



<p>Para o ciclo seguinte, a expectativa segue positiva. A entidade projeta que a carteira total das instituições associadas deve superar 2 bilhões de reais em 2026, impulsionada pelo avanço do empreendedorismo como alternativa de renda em meio às mudanças no mercado de trabalho.</p>



<p>Outro vetor importante de crescimento veio da regulamentação. A Lei 15.364, sancionada em março de 2026, permite que até 20% da carteira das instituições seja direcionada a áreas como moradia, saneamento, saúde e educação, abrindo frentes inéditas de atuação para o setor.</p>



<p>Na avaliação de Baggio, o ajuste atende a demandas antigas das famílias atendidas pelas operadoras. “A ampliação do escopo fortalece o papel das microfinanças e permite desenvolver soluções mais adequadas às necessidades dos empreendedores e de suas famílias”, afirma a presidente da associação.</p>



<h2><strong>Microcrédito reforça renda do pequeno negócio</strong></h2>



<p>Na ponta, o efeito do empréstimo de pequeno valor se mede em estoque renovado, equipamento adquirido e novos postos de trabalho criados em negócios familiares. O acesso ao crédito viabiliza investimentos que dificilmente sairiam do papel pelas vias bancárias tradicionais.</p>



<p>Esse movimento ocorre em paralelo a uma reconfiguração do mercado de trabalho, em que abrir o próprio negócio deixou de ser plano B para milhões de brasileiros e passou a ser principal fonte de renda. Para empreendedores nessa condição, o acompanhamento das instituições reduz a chance de endividamento descontrolado.</p>



<p>Por outro lado, a ABCRED reforça que o avanço do setor precisa vir acompanhado de prudência. “O microcrédito responsável é essencial para garantir que o crédito seja uma solução, e não um problema”, afirma Baggio.</p>



<p>A executiva resume o cuidado que cerca o atendimento ao público de baixa renda. “Em um momento de alto endividamento da população de baixa renda no país, a orientação é fundamental para que esse recurso contribua de fato para o desenvolvimento dos negócios e a autonomia econômica dos empreendedores”, diz a presidente da entidade.</p>
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		<title>Panorama do Microcrédito no Brasil e Atuação das Instituições de Microfinanças Associadas</title>
		<link>https://abcred.org.br/panorama-do-microcredito-no-brasil-e-atuacao-das-instituicoes-de-microfinancas-associadas/3031/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 18:44:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[1. BREVE HISTÓRIA DO MICROCRÉDITO NO BRASIL O microcrédito no Brasil consolidou-se como um movimento da sociedade civil organizada. Enquanto os bancos comerciais focavam em exigências de garantias reais, as organizações não governamentais pioneiras identificaram um vasto contingente de microempreendedores informais que estavam excluídos do acesso ao crédito. Esse movimento foi profundamente influenciado pelo modelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2><strong>1. BREVE HISTÓRIA DO MICROCRÉDITO NO BRASIL</strong></h2>



<p>O microcrédito no Brasil consolidou-se como um movimento da sociedade civil organizada. Enquanto os bancos comerciais focavam em exigências de garantias reais, as organizações não governamentais pioneiras identificaram um vasto contingente de microempreendedores informais que estavam excluídos do acesso ao crédito. Esse movimento foi profundamente influenciado pelo modelo do Grameen Bank, fundado por Muhammad Yunus em 1983, que provou que o crédito orientado a pessoas de baixa renda não se tratava de caridade, mas sim de uma tecnologia social sustentável e transformadora.</p>



<h2><strong>O pioneirismo da sociedade civil</strong></h2>



<p>A experiência brasileira mais antiga remonta a 1973, com o Projeto UNO (União Nordestina de Assistência a Pequenas Organizações), atuante em Recife e Salvador. Com o suporte técnico da ACCION International, o projeto demonstrou que o microcrédito possuía baixos índices de inadimplência e alta efetividade social. Nos anos 1990, o modelo ganhou capilaridade através de instituições como a Rede Ceape e o Viva Cred, este último criado pelo Viva Rio em 1996 para atuar nas comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro.</p>



<h2><strong>A expansão via poder público local e a institucionalização</strong></h2>



<p>No final dos anos 1990, o modelo encontrou eco em governos municipais. Diversas prefeituras apoiaram a criação de instituições locais de microcrédito, e o esforço resultou na institucionalização do setor<strong>. </strong>A Lei das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (1999) constitui o marco inicial. O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (2005) integrou a metodologia de microcrédito orientado à política pública nacional.</p>



<h2><strong>2. ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS</strong></h2>



<p><strong>Qualificação, credenciamento e autonomia: </strong>As instituições de microfinanças operam como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, nos termos da Lei nº 9.790, de 1999, sendo essa qualificação requisito para conceder microcrédito produtivo orientado, conforme a Lei nº 11.110/2005.<br><strong>Atualizações normativas e ampliação do escopo: </strong>A Lei nº 15.364, de 26 de março de 2026, amplia a flexibilidade do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado e possibilita que até 20% da carteira seja destinada a finalidades complementares, como melhorias habitacionais.</p>



<h2><strong>3. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADES OPERADORAS DE MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS (ABCRED)</strong></h2>



<p>A ABCRED, fundada em 25 de março de 2002, consolida-se como a principal organização de representação nacional dedicada à promoção da inclusão socioeconômica por meio do microcrédito.</p>



<h2><strong>Missão e propósito institucional</strong></h2>



<p>A associação fundamenta sua atuação na seguinte missão: fortalecer as instituições associadas, promovendo o acesso a produtos e serviços de microfinanças. A entidade atua como um articulador que promove:</p>



<ul>
<li>Excelência Metodológica: Disseminação de práticas de gestão, governança e a metodologia de microcrédito produtivo orientado.</li>



<li>Interlocução Técnica e Política: Representação das instituições associadas perante o Ministério do Trabalho e Emprego, instâncias de regulação e políticas públicas.</li>



<li>Governança Setorial: Fomento a um ecossistema íntegro, que valoriza a transparência, a ética e a sustentabilidade das operações.</li>
</ul>



<h2><strong>Representatividade e capilaridade territorial</strong></h2>



<p>A associação congrega atualmente 39 instituições de microfinanças que operam com alta relevância em seus territórios. Esse conjunto de associadas permite identificar as reais dos pequenos negócios formais e informais. &nbsp;Abaixo, listamos as 39 instituições que compõem a base da entidade:</p>



<h2><strong>Instituições Associadas à ABCRED</strong></h2>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>INSTITUIÇÃO</strong></td><td><strong>ESTADO</strong></td></tr><tr><td>Acrecid</td><td>Rondônia</td></tr><tr><td>Acreditar</td><td>Pernambuco</td></tr><tr><td>Acredite</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>AmazonCred</td><td>Pará</td></tr><tr><td>Banco Crescer IASOL</td><td>Minas Gerais</td></tr><tr><td>Banco da Família</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco da Gente de Rondonópolis</td><td>Mato Grosso</td></tr><tr><td>Banco da Gente/MG</td><td>Minas Gerais</td></tr><tr><td>Banco do Empreendedor</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco do Planalto Norte</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Crédito Solidário Microfinanças &#8211; BPCS</td><td>São Paulo</td></tr><tr><td>Banco do Povo de Rondônia</td><td>Rondônia</td></tr><tr><td>Banco do Vale</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco Funpet</td><td>Alagoas</td></tr><tr><td>Banco Pérola</td><td>São Paulo</td></tr><tr><td>Blusol</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>BR Garantias</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Casa do Empreendedor</td><td>Paraná</td></tr><tr><td>Casa do Microcrédito</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>CEAPE BRASIL/MA</td><td>Maranhão</td></tr><tr><td>CEAPE/BA</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>CEAPE/PB</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>CEAPE/PE</td><td>Pernambuco</td></tr><tr><td>CEAPE/SE</td><td>Sergipe</td></tr><tr><td>Crecerto</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Credimais</td><td>Goiás</td></tr><tr><td>Credioeste</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Credisol</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Extracredi</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>ICC Conquista Solidária</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>ICC Itabuna Solidária</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>ICC Serra</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td>IDEGRA</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>Imembuí Microfinanças</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td>INEC</td><td>Ceará</td></tr><tr><td>Instituto Estrela</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>Maringá Crédito Solidário &#8211; MCS</td><td>Paraná</td></tr><tr><td>Profomento</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>RS Garanti</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td></td><td></td><td></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>4. IMPACTO ACUMULADO E PANORAMA OPERACIONAL (2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>+ 20 bilhões</strong> <strong>de reais emprestados</strong></td><td><strong>+ de 5,1 milhões</strong> <strong>operações realizadas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A atuação das instituições associadas à ABCRED é compreendida através do seu impacto cumulativo. Com 283 pontos de atendimento e uma equipe de 1.857 colaboradores, as instituições asseguram a presença nos territórios. Destaca-se o papel do agente de crédito, com 950 profissionais, que atua como o elo para garantir a metodologia de microcrédito orientado e a qualidade da carteira.</p>



<h2><strong>5. PANORAMA OPERACIONAL 2025</strong></h2>



<p>Os indicadores de 2025 detalham a performance das instituições de microfinanças, validando a sustentabilidade do modelo operacional das 33 instituições associadas. A gestão eficiente do risco sustenta uma operação que ultrapassa R$ 1,9 bilhão em novos desembolsos anuais.</p>



<p><strong>5.1. Indicadores Operacionais Consolidados</strong></p>



<p>Os indicadores consolidados de 2025 dimensionam o alcance das instituições associadas e a eficácia de sua metodologia, beneficiando 188.244 microempreendedores e trabalhadores por conta própria, totalizando um aporte de aproximadamente R$ 2 bilhões.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Indicador</strong></td><td><strong>Valor</strong></td></tr><tr><td><strong>Carteira Ativa</strong></td><td>R$ 1.550.599.516,12</td></tr><tr><td><strong>Clientes Ativos</strong></td><td>237.798</td></tr><tr><td><strong>Valor Total Emprestado (2025)</strong></td><td>R$ 1.913.195.054,48</td></tr><tr><td><strong>Número de Operações</strong></td><td>188.244</td></tr><tr><td><strong>Ticket Médio</strong></td><td>R$ 8.937,93</td></tr><tr><td><strong>Inadimplência &gt; 30 dias</strong></td><td>4,79%</td></tr><tr><td><strong>Inadimplência &gt; 90 dias</strong></td><td>3,42%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Outro aspecto importante é o ticket médio, que consolida a missão de conceder microcrédito para iniciativas econômicas da base da pirâmide social. Além disso, a manutenção da inadimplência acima de 90 dias é o principal selo de qualidade da metodologia do crédito orientado.</p>



<p><strong>5.2. Distribuição por Linha de Microcrédito</strong></p>



<p>A especialização da carteira demonstra o foco das instituições no suporte à operação imediata dos pequenos negócios, conforme detalhado abaixo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Produto de Microcrédito</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Microcrédito Produtivo &#8211; Capital de Giro</strong></td><td>77,88%</td></tr><tr><td><strong>Microcrédito Produtivo &#8211; Investimentos</strong></td><td>7,45%</td></tr><tr><td><strong>Crédito Habitacional ou para reformas</strong></td><td>3,22%</td></tr><tr><td><strong>Água e Saneamento</strong></td><td>0,14%</td></tr><tr><td><strong>Energia solar</strong></td><td>0,30%</td></tr><tr><td><strong>Crédito Agro</strong></td><td>1,11%</td></tr><tr><td><strong>Pessoal</strong></td><td>5,41%</td></tr><tr><td><strong>Outros</strong></td><td>4,49%</td></tr><tr><td><strong>Total</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Capital de Giro e Investimento atingem 85,33% do volume total, refletindo o foco na geração de renda. A Lei nº 15.364 amplia a atuação para melhorias habitacionais, com segurança jurídica e flexibilidade.</p>



<h2><strong>6. PERFORMANCE REGIONAL DAS IMF</strong></h2>



<p>A análise da performance regional baseia-se nos dados das 33 instituições respondentes da ABCRED.</p>



<p><strong>6.1. Consolido de Ativos e Operações por Região</strong></p>



<p>A primeira perspectiva foca nos valores absolutos geridos e na base de clientes ativos até dezembro de 2025. Esses números demonstram a capacidade de manutenção de carteira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>Carteira Ativa (R$)</strong></td><td><strong>Clientes Ativos</strong></td><td><strong>Valor Emprestado (R$)</strong></td><td><strong>Operações (Qtd)</strong></td></tr><tr><td><strong>SUL</strong></td><td>R$ 834.727.530,04</td><td>108.232</td><td>R$ 844.592.202,86</td><td>94.703</td></tr><tr><td><strong>NORDESTE</strong></td><td>R$ 363.327.788,18</td><td>48.926</td><td>R$ 563.867.378,11</td><td>64.870</td></tr><tr><td><strong>NORTE</strong></td><td>R$ 329.335.437,71</td><td>70.624</td><td>R$ 459.296.925,18</td><td>20.614</td></tr><tr><td><strong>SUDESTE</strong></td><td>R$ 16.386.114,87</td><td>9.074</td><td>R$ 27.857.216,20</td><td>5.747</td></tr><tr><td><strong>CENTRO-OESTE</strong></td><td>R$ 6.822.645,32</td><td>942</td><td>R$ 17.581.332,13</td><td>2.310</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>R$ 1.550.599.516,12</td><td>237.798</td><td>R$ 1.913.195.054,48</td><td>188.244</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>6.2. Dinâmica de Participação e Fluxo de Crédito</strong></p>



<p>A segunda visão analisa o peso relativo de cada região no volume total injetado em 2025, evidenciando onde o esforço operacional é mais intenso.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>% Valor Emprestado</strong></td><td><strong>% Operações Realizadas</strong></td></tr><tr><td><strong>SUL</strong></td><td>44%</td><td>50%</td></tr><tr><td><strong>NORDESTE</strong></td><td>30%</td><td>35%</td></tr><tr><td><strong>NORTE</strong></td><td>24%</td><td>11%</td></tr><tr><td><strong>SUDESTE</strong></td><td>1%</td><td>3%</td></tr><tr><td><strong>CENTRO-OESTE</strong></td><td>1%</td><td>1%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100%</td><td>100%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>6.3. Análise do Desempenho Regional</strong></p>



<p>A leitura descritiva dos dados aponta para comportamentos do cenário institucional e logístico:</p>



<ul>
<li>Região Sul: 44% do valor emprestado com 50% das operações realizadas, com dois fatores principais: o apoio do governo de Santa Catarina e a ausência de grandes instituições públicas/privadas atuando no território.</li>



<li>Nordeste: 30% do volume emprestado e 35% das operações. O relatório não contempla os dados do Banco do Nordeste (BNB), que possui a maior carteira do país.</li>



<li>Norte: 24% do valor emprestado, mas apenas 11% das operações. Indicando ticket médio mais alto e baixa pulverização, devido à dificuldade de locomoção e à logística do microcrédito orientado.</li>



<li>Sudeste e Centro-Oeste: Com 1% de participação cada, as regiões representam um dos maiores desafios da ABCRED. O baixo índice decorre da baixa densidade de Instituições de Microfinanças atuando nessas localidades.</li>
</ul>



<h2><strong>7. PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS CLIENTES</strong></h2>



<p>Os dados detalham os empreendedores atendidos pelas 33 instituições, refletindo o alcance social do microcrédito orientado e a identidade do público que busca as IMF.</p>



<p><strong>Dados Gerais Relevantes</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>51%</strong> <strong>dos clientes são mulheres</strong></td><td><strong>74%</strong> <strong>dos clientes são informais</strong></td><td><strong>55,25%</strong> <strong>dos clientes possui mais de 41 anos</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A presença de mulheres (51%) confirma o microcrédito como ferramenta de geração de renda. A informalidade (74%) valida as IMF como porta de acesso ao crédito para quem está fora dos registros oficiais.</p>



<p><strong>7.1. Faixa Etária</strong></p>



<p>Com uma concentração na faixa dos 31 aos 50 anos, esse perfil reforça que o microcrédito orientado é a ferramenta de escolha para empreendedores.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Faixa Etária</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>De 18 a 20 anos</strong></td><td>3,44%</td></tr><tr><td><strong>De 21 a 30 anos</strong></td><td>15,06%</td></tr><tr><td><strong>De 31 a 40 anos</strong></td><td>26,45%</td></tr><tr><td><strong>De 41 a 50 anos</strong></td><td>24,03%</td></tr><tr><td><strong>De 51 a 60 anos</strong></td><td>14,41%</td></tr><tr><td><strong>Acima de 60 anos</strong></td><td>7,55%</td></tr><tr><td><strong>Não informado</strong></td><td>9,26%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>64,89% dos beneficiários estão na faixa entre 31 e 60 anos. O índice de empreendedores acima dos 50 anos (21,96%) sinaliza o papel das IMF no suporte a pessoas que buscam por conta própria uma alternativa de renda.</p>



<p><strong>7.2. Renda Domiciliar</strong></p>



<p>Os indicadores de renda domiciliar comprovam que as Instituições de Microfinanças (IMF) operam com o público na base da pirâmide econômica brasileira. A concentração de empreendedores nas faixas de menor rendimento reforça o papel social do setor na promoção da inclusão financeira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Renda Domiciliar</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Até 1/2 Salário Mínimo</strong></td><td>16,67%</td></tr><tr><td><strong>De 1/2 a 1 Salário Mínimo</strong></td><td>7,37%</td></tr><tr><td><strong>De 1 a 3 Salários Mínimos</strong></td><td>29,82%</td></tr><tr><td><strong>De 3 a 5 Salários Mínimos</strong></td><td>12,32%</td></tr><tr><td><strong>De 5 a 10 Salários Mínimos</strong></td><td>5,00%</td></tr><tr><td><strong>Acima de 10 Salários Mínimos</strong></td><td>1,70%</td></tr><tr><td><strong>Não informado</strong></td><td>27,12%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A soma das três primeiras faixas indica que mais de 53% dos empreendedores atendidos possuem renda domiciliar de até 3 salários mínimos, validando a missão das IMF de alcançar cidadãos que o sistema financeiro tradicional não consegue atender.</p>



<p><strong>7.3 Análise Integrada dos Dados</strong></p>



<p>46% dos beneficiários estão acima dos 41 anos, utilizando o microcrédito para geração de renda e continuidade das atividades produtivas. 53,86% têm renda de até 3 salários mínimos, sendo 24,04% até 1 salário mínimo, onde a atuação das IMF é indispensável.</p>



<h2>8<strong>. FONTES DE FUNDING E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA</strong></h2>



<p>A perenidade e a capacidade de expansão das instituições associadas à ABCRED dependem de uma matriz de captação de recursos resiliente.</p>



<p><strong>8.1. Instituições Parceiras</strong></p>



<p>As instituições de microfinanças buscam viabilizar suas operações através de parcerias com entes financeiros. Entre os principais, destacam-se:</p>



<ul>
<li>BNDES: Principal indutor do microcrédito orientado no Brasil.</li>



<li>CAIXA: Parceiro estratégico na capilarização do crédito social.</li>



<li>Agências de Fomento Estaduais: Fundamentais para a tração regional, como BADESC (SC), BRDE (Região Sul) e Desenbahia (BA).</li>



<li>Bancos Privados Brasileiros: Como o Banco Daycoval, que sinaliza a abertura do capital comercial para o setor.</li>



<li>Agências e Fundos Internacionais: Entidades como a Oikocredit (Holanda), BNP Paribas (França), Kiva (EUA) e o fundo LocFound. Estas organizações validam a governança das OSCIPs brasileiras perante o mercado global de finanças sociais, exigindo conformidade com padrões internacionais de impacto e transparência.</li>
</ul>



<p><strong>8.2. Desafios do Custo do Capital</strong></p>



<p>O acesso a linhas de crédito com custos compatíveis à realidade do microempreendedor é um frande gargalo operacional das instituições. Atualmente, o cenário é dado pelas seguintes condições:</p>



<ul>
<li>Custo Financeiro Elevado: Com a taxa Selic em patamares próximos a 15% ao ano, a captação de recursos no mercado torna-se onerosa, dificultando o repasse de juros acessíveis.</li>



<li>Restrições de Acesso: As exigências de garantias e os critérios rígidos das instituições financeiras tradicionais não condizem com a natureza sem fins lucrativos das IMF.</li>



<li>Proteção de beneficiário: Diante das taxas elevadas, as instituições optam por operar com capital próprio para proteger o cliente final de juros proibitivos, o que acaba por restringir o volume de atendimentos e a expansão.</li>
</ul>



<p><strong>9. CONTEXTUALIZAÇÃO E ANÁLISE FINAL: O FUTURO DAS MICROFINANÇAS ORIENTADAS</strong></p>



<p>O presente relatório consolida o desempenho das instituições associadas em 2025 e apresenta o estágio atual de um ecossistema que atua como alternativa viável para a inclusão socioeconômica no Brasil.</p>



<h2><strong>Síntese e Perspectivas</strong></h2>



<p>A convergência dos dados permite conclusões para o planejamento e a sustentabilidade do setor:</p>



<p><strong>Custo do Funding: </strong>O cenário de restrição ao crédito adequado para as IMF impõe desafios à sustentabilidade das operações. Com a Selic elevada, o custo de captação muitas inviabiliza o repasse direto. Desta forma, as IMF priorizam a aplicação de recursos para evitar o encarecimento dos juros aos tomadores. Mas essa prática limita o alcance do atendimento, pois a expansão fica restrita ao capital interno.</p>



<p><strong>Densidade Institucional e Expansão:</strong> A análise regional evidencia que a baixa participação das regiões Sudeste e Centro-Oeste decorre da escassez de organizações operando nessas áreas.</p>



<p><strong>Foco na Base da Pirâmide:</strong> Com 53% dos clientes com renda domiciliar de até 3 salários mínimos, as IMF ocupam o espaço negligenciado pelo sistema bancário tradicional.</p>



<h2><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A ABCRED, ao registrar mais de R$ 20 bilhões em desembolsos históricos, comprova a solidez de seu modelo operacional. O desafio para o futuro reside em ampliar a densidade institucional em regiões desassistidas e em buscar mecanismos que reduzam o custo do capital, permitindo que a capilaridade das IMF alcance a massa de empreendedores e trabalhadores por conta própria.</p>
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