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	<title>Microcrédito - Abcred</title>
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	<description>Promovendo o ambiente de Microcrédito e Microfinanças no Brasil</description>
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	<title>Microcrédito - Abcred</title>
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		<title>Superendividamento avança e especialistas defendem &#8221;crédito de qualidade&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:57:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crescimento do superendividamento das famílias brasileiras e a explosão do crédito de consumo foram amplamente debatidos, recentemente, no 2° Encontro Nacional Sebrae e Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred), em São Paulo. Especialistas alertaram para o crescimento de modalidades de crédito consideradas mais caras e defenderam o fortalecimento do microcrédito [&#8230;]]]></description>
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<p>O crescimento do superendividamento das famílias brasileiras e a explosão do crédito de consumo foram amplamente debatidos, recentemente, no <strong>2° Encontro Nacional Sebrae e Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred</strong>)<strong>, </strong>em São Paulo. </p>



<p>Especialistas alertaram para o crescimento de modalidades de crédito consideradas mais caras e defenderam o fortalecimento do microcrédito produtivo como alternativa para geração de renda e inclusão financeira. Evento reuniu representantes de instituições de microfinanças, especialistas e lideranças do setor para discutir os desafios do crédito no país.</p>



<p>Dados da Abcred mostram que as instituições associadas movimentaram mais de R$ 1,9 bilhão em operações de microcrédito em 2025, com mais de 188 mil contratos realizados em todo o país. Os resultados também evidenciam a importância do crédito assistido, cuja metodologia de acompanhamento contribui para reduzir riscos e ampliar a capacidade de pagamento dos clientes.</p>



<p>O economista <strong>Lauro Gonzalez</strong>, professor da <strong>FGV</strong>, apresentou dados sobre o avanço do superendividamento e os impactos do atual modelo de crédito no Brasil. Segundo ele, o país passou por uma forte expansão do crédito voltado ao consumo, especialmente após 2020, com crescimento concentrado em modalidades mais caras e digitais.<br><br>“O Brasil ampliou o acesso ao crédito, mas isso não significa necessariamente melhora na qualidade do crédito ofertado. Hoje temos uma expansão importante das modalidades de consumo, muitas vezes caras, que acabam agravando o comprometimento da renda das famílias”, afirmou Gonzalez durante a palestra.</p>



<p>O economista destacou ainda que medidas emergenciais de renegociação ajudam momentaneamente, mas não resolvem as causas estruturais do problema. “Programas de renegociação aliviam a pressão no curto prazo, mas o desconforto financeiro volta a crescer se não houver mudança estrutural na forma como o crédito é ofertado. Precisamos ampliar o acesso ao crédito de qualidade, especialmente o microcrédito produtivo orientado”, afirmou.</p>



<p>Em artigo recente, o <strong>consultor </strong>da <strong>Abcred</strong>, <strong>João Krein</strong>, avalia que o cenário atual é resultado de fatores que vão além da economia tradicional, envolvendo informalidade, precarização do trabalho, pressão por consumo e expansão do crédito fácil aliado às apostas digitais.<br></p>



<p>Segundo <strong>Krein</strong>, o problema não pode ser analisado apenas pelos indicadores econômicos tradicionais. “O crescimento do PIB, a queda do desemprego ou mesmo o aumento da renda média já não conseguem explicar sozinhos o ambiente social do país. O superendividamento hoje também está relacionado à insegurança financeira, à desesperança e à fragilidade das relações econômicas”, afirma no artigo.</p>



<p>Para a <strong>presidente </strong>da <strong>Abcred</strong>, <strong>Isabel Baggio</strong>, o debate sobre crédito no Brasil precisa avançar além da ampliação da oferta.“O Brasil não sofre apenas com falta de crédito. Sofre também com excesso de crédito ruim, caro e pouco conectado à geração de renda. O microcrédito produtivo orientado nasce justamente como alternativa a esse modelo”, afirma.</p>



<p>Segundo ela, o diferencial do microcrédito está no foco produtivo e no acompanhamento técnico, especialmente junto a pequenos empreendedores e trabalhadores informais. “Quando o crédito vem acompanhado de orientação e tem foco produtivo, ele deixa de ser apenas uma dívida e passa a ser instrumento de desenvolvimento, inclusão produtiva e fortalecimento das economias locais”, diz.</p>
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		<title>Microcrédito avança 55% no país e deve superar R$ 2 bilhões em 2026</title>
		<link>https://abcred.org.br/microcredito-avanca-55-no-pais-e-deve-superar-r-2-bilhoes-em-2026/3055/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
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					<description><![CDATA[O microcrédito virou peça relevante na engrenagem de inclusão produtiva do país e fechou 2025 com avanço acima de qualquer linha tradicional do sistema financeiro. Dados da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED) mostram que o valor emprestado pelas instituições associadas ultrapassou 1,9 bilhão de reais no período, alta de 57% [&#8230;]]]></description>
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<p>O microcrédito virou peça relevante na engrenagem de inclusão produtiva do país e fechou 2025 com avanço acima de qualquer linha tradicional do sistema financeiro. Dados da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED) mostram que o valor emprestado pelas instituições associadas ultrapassou 1,9 bilhão de reais no período, alta de 57% sobre 2024.</p>



<p>A base de clientes ativos chegou a cerca de 238 mil pessoas, crescimento de 53% em um ano, enquanto a carteira ativa avançou 55%. Parte da expansão reflete a entrada de uma nova instituição na base da entidade, o que pesa na comparação anual. Mesmo descontado esse efeito, o setor cresceu em torno de 25%, ritmo que a associação considera sustentável.</p>



<p>Por trás do desempenho, a ABCRED aponta dois movimentos. De um lado, instituições mais maduras, com uso de tecnologia e equipes capacitadas. De outro, um público de pequenos empreendedores que passou a valorizar o crédito acompanhado de orientação técnica.</p>



<h2><strong>Crédito orientado puxa expansão das operações</strong></h2>



<p>Segundo a presidente da ABCRED, Isabel Baggio, o avanço é resultado direto da combinação entre estrutura mais robusta das instituições de microfinanças e uma demanda que migrou do empréstimo solto para o crédito assistido. “Houve evolução na estrutura das IMFs, com equipes mais preparadas e uso de tecnologia, o que aumentou a eficiência”, afirma.</p>



<p>A executiva destaca também o vínculo com o tomador do empréstimo. “Ao mesmo tempo, cresce a demanda por um crédito que inclui orientação, apoio técnico e educação financeira, o que fortalece a relação com os empreendedores e mantém a inadimplência em torno de 4%, abaixo da média do sistema financeiro”, diz Baggio.</p>



<p>O patamar de calote menor que o registrado em outras linhas do mercado financeiro é, de acordo com a entidade, um dos fatores que dão fôlego à expansão e ajudam a atrair novos operadores para a base associada.</p>



<h2><strong>Carteira pode passar de R$ 2 bilhões em 2026</strong></h2>



<p>Para o ciclo seguinte, a expectativa segue positiva. A entidade projeta que a carteira total das instituições associadas deve superar 2 bilhões de reais em 2026, impulsionada pelo avanço do empreendedorismo como alternativa de renda em meio às mudanças no mercado de trabalho.</p>



<p>Outro vetor importante de crescimento veio da regulamentação. A Lei 15.364, sancionada em março de 2026, permite que até 20% da carteira das instituições seja direcionada a áreas como moradia, saneamento, saúde e educação, abrindo frentes inéditas de atuação para o setor.</p>



<p>Na avaliação de Baggio, o ajuste atende a demandas antigas das famílias atendidas pelas operadoras. “A ampliação do escopo fortalece o papel das microfinanças e permite desenvolver soluções mais adequadas às necessidades dos empreendedores e de suas famílias”, afirma a presidente da associação.</p>



<h2><strong>Microcrédito reforça renda do pequeno negócio</strong></h2>



<p>Na ponta, o efeito do empréstimo de pequeno valor se mede em estoque renovado, equipamento adquirido e novos postos de trabalho criados em negócios familiares. O acesso ao crédito viabiliza investimentos que dificilmente sairiam do papel pelas vias bancárias tradicionais.</p>



<p>Esse movimento ocorre em paralelo a uma reconfiguração do mercado de trabalho, em que abrir o próprio negócio deixou de ser plano B para milhões de brasileiros e passou a ser principal fonte de renda. Para empreendedores nessa condição, o acompanhamento das instituições reduz a chance de endividamento descontrolado.</p>



<p>Por outro lado, a ABCRED reforça que o avanço do setor precisa vir acompanhado de prudência. “O microcrédito responsável é essencial para garantir que o crédito seja uma solução, e não um problema”, afirma Baggio.</p>



<p>A executiva resume o cuidado que cerca o atendimento ao público de baixa renda. “Em um momento de alto endividamento da população de baixa renda no país, a orientação é fundamental para que esse recurso contribua de fato para o desenvolvimento dos negócios e a autonomia econômica dos empreendedores”, diz a presidente da entidade.</p>
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		<title>Panorama do Microcrédito no Brasil e Atuação das Instituições de Microfinanças Associadas</title>
		<link>https://abcred.org.br/panorama-do-microcredito-no-brasil-e-atuacao-das-instituicoes-de-microfinancas-associadas/3031/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 18:44:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[1. BREVE HISTÓRIA DO MICROCRÉDITO NO BRASIL O microcrédito no Brasil consolidou-se como um movimento da sociedade civil organizada. Enquanto os bancos comerciais focavam em exigências de garantias reais, as organizações não governamentais pioneiras identificaram um vasto contingente de microempreendedores informais que estavam excluídos do acesso ao crédito. Esse movimento foi profundamente influenciado pelo modelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2><strong>1. BREVE HISTÓRIA DO MICROCRÉDITO NO BRASIL</strong></h2>



<p>O microcrédito no Brasil consolidou-se como um movimento da sociedade civil organizada. Enquanto os bancos comerciais focavam em exigências de garantias reais, as organizações não governamentais pioneiras identificaram um vasto contingente de microempreendedores informais que estavam excluídos do acesso ao crédito. Esse movimento foi profundamente influenciado pelo modelo do Grameen Bank, fundado por Muhammad Yunus em 1983, que provou que o crédito orientado a pessoas de baixa renda não se tratava de caridade, mas sim de uma tecnologia social sustentável e transformadora.</p>



<h2><strong>O pioneirismo da sociedade civil</strong></h2>



<p>A experiência brasileira mais antiga remonta a 1973, com o Projeto UNO (União Nordestina de Assistência a Pequenas Organizações), atuante em Recife e Salvador. Com o suporte técnico da ACCION International, o projeto demonstrou que o microcrédito possuía baixos índices de inadimplência e alta efetividade social. Nos anos 1990, o modelo ganhou capilaridade através de instituições como a Rede Ceape e o Viva Cred, este último criado pelo Viva Rio em 1996 para atuar nas comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro.</p>



<h2><strong>A expansão via poder público local e a institucionalização</strong></h2>



<p>No final dos anos 1990, o modelo encontrou eco em governos municipais. Diversas prefeituras apoiaram a criação de instituições locais de microcrédito, e o esforço resultou na institucionalização do setor<strong>. </strong>A Lei das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (1999) constitui o marco inicial. O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (2005) integrou a metodologia de microcrédito orientado à política pública nacional.</p>



<h2><strong>2. ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS</strong></h2>



<p><strong>Qualificação, credenciamento e autonomia: </strong>As instituições de microfinanças operam como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, nos termos da Lei nº 9.790, de 1999, sendo essa qualificação requisito para conceder microcrédito produtivo orientado, conforme a Lei nº 11.110/2005.<br><strong>Atualizações normativas e ampliação do escopo: </strong>A Lei nº 15.364, de 26 de março de 2026, amplia a flexibilidade do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado e possibilita que até 20% da carteira seja destinada a finalidades complementares, como melhorias habitacionais.</p>



<h2><strong>3. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADES OPERADORAS DE MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS (ABCRED)</strong></h2>



<p>A ABCRED, fundada em 25 de março de 2002, consolida-se como a principal organização de representação nacional dedicada à promoção da inclusão socioeconômica por meio do microcrédito.</p>



<h2><strong>Missão e propósito institucional</strong></h2>



<p>A associação fundamenta sua atuação na seguinte missão: fortalecer as instituições associadas, promovendo o acesso a produtos e serviços de microfinanças. A entidade atua como um articulador que promove:</p>



<ul>
<li>Excelência Metodológica: Disseminação de práticas de gestão, governança e a metodologia de microcrédito produtivo orientado.</li>



<li>Interlocução Técnica e Política: Representação das instituições associadas perante o Ministério do Trabalho e Emprego, instâncias de regulação e políticas públicas.</li>



<li>Governança Setorial: Fomento a um ecossistema íntegro, que valoriza a transparência, a ética e a sustentabilidade das operações.</li>
</ul>



<h2><strong>Representatividade e capilaridade territorial</strong></h2>



<p>A associação congrega atualmente 39 instituições de microfinanças que operam com alta relevância em seus territórios. Esse conjunto de associadas permite identificar as reais dos pequenos negócios formais e informais. &nbsp;Abaixo, listamos as 39 instituições que compõem a base da entidade:</p>



<h2><strong>Instituições Associadas à ABCRED</strong></h2>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>INSTITUIÇÃO</strong></td><td><strong>ESTADO</strong></td></tr><tr><td>Acrecid</td><td>Rondônia</td></tr><tr><td>Acreditar</td><td>Pernambuco</td></tr><tr><td>Acredite</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>AmazonCred</td><td>Pará</td></tr><tr><td>Banco Crescer IASOL</td><td>Minas Gerais</td></tr><tr><td>Banco da Família</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco da Gente de Rondonópolis</td><td>Mato Grosso</td></tr><tr><td>Banco da Gente/MG</td><td>Minas Gerais</td></tr><tr><td>Banco do Empreendedor</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco do Planalto Norte</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Crédito Solidário Microfinanças &#8211; BPCS</td><td>São Paulo</td></tr><tr><td>Banco do Povo de Rondônia</td><td>Rondônia</td></tr><tr><td>Banco do Vale</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco Funpet</td><td>Alagoas</td></tr><tr><td>Banco Pérola</td><td>São Paulo</td></tr><tr><td>Blusol</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>BR Garantias</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Casa do Empreendedor</td><td>Paraná</td></tr><tr><td>Casa do Microcrédito</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>CEAPE BRASIL/MA</td><td>Maranhão</td></tr><tr><td>CEAPE/BA</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>CEAPE/PB</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>CEAPE/PE</td><td>Pernambuco</td></tr><tr><td>CEAPE/SE</td><td>Sergipe</td></tr><tr><td>Crecerto</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Credimais</td><td>Goiás</td></tr><tr><td>Credioeste</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Credisol</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Extracredi</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>ICC Conquista Solidária</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>ICC Itabuna Solidária</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>ICC Serra</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td>IDEGRA</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>Imembuí Microfinanças</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td>INEC</td><td>Ceará</td></tr><tr><td>Instituto Estrela</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>Maringá Crédito Solidário &#8211; MCS</td><td>Paraná</td></tr><tr><td>Profomento</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>RS Garanti</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td></td><td></td><td></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>4. IMPACTO ACUMULADO E PANORAMA OPERACIONAL (2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>+ 20 bilhões</strong> <strong>de reais emprestados</strong></td><td><strong>+ de 5,1 milhões</strong> <strong>operações realizadas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A atuação das instituições associadas à ABCRED é compreendida através do seu impacto cumulativo. Com 283 pontos de atendimento e uma equipe de 1.857 colaboradores, as instituições asseguram a presença nos territórios. Destaca-se o papel do agente de crédito, com 950 profissionais, que atua como o elo para garantir a metodologia de microcrédito orientado e a qualidade da carteira.</p>



<h2><strong>5. PANORAMA OPERACIONAL 2025</strong></h2>



<p>Os indicadores de 2025 detalham a performance das instituições de microfinanças, validando a sustentabilidade do modelo operacional das 33 instituições associadas. A gestão eficiente do risco sustenta uma operação que ultrapassa R$ 1,9 bilhão em novos desembolsos anuais.</p>



<p><strong>5.1. Indicadores Operacionais Consolidados</strong></p>



<p>Os indicadores consolidados de 2025 dimensionam o alcance das instituições associadas e a eficácia de sua metodologia, beneficiando 188.244 microempreendedores e trabalhadores por conta própria, totalizando um aporte de aproximadamente R$ 2 bilhões.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Indicador</strong></td><td><strong>Valor</strong></td></tr><tr><td><strong>Carteira Ativa</strong></td><td>R$ 1.550.599.516,12</td></tr><tr><td><strong>Clientes Ativos</strong></td><td>237.798</td></tr><tr><td><strong>Valor Total Emprestado (2025)</strong></td><td>R$ 1.913.195.054,48</td></tr><tr><td><strong>Número de Operações</strong></td><td>188.244</td></tr><tr><td><strong>Ticket Médio</strong></td><td>R$ 8.937,93</td></tr><tr><td><strong>Inadimplência &gt; 30 dias</strong></td><td>4,79%</td></tr><tr><td><strong>Inadimplência &gt; 90 dias</strong></td><td>3,42%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Outro aspecto importante é o ticket médio, que consolida a missão de conceder microcrédito para iniciativas econômicas da base da pirâmide social. Além disso, a manutenção da inadimplência acima de 90 dias é o principal selo de qualidade da metodologia do crédito orientado.</p>



<p><strong>5.2. Distribuição por Linha de Microcrédito</strong></p>



<p>A especialização da carteira demonstra o foco das instituições no suporte à operação imediata dos pequenos negócios, conforme detalhado abaixo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Produto de Microcrédito</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Microcrédito Produtivo &#8211; Capital de Giro</strong></td><td>77,88%</td></tr><tr><td><strong>Microcrédito Produtivo &#8211; Investimentos</strong></td><td>7,45%</td></tr><tr><td><strong>Crédito Habitacional ou para reformas</strong></td><td>3,22%</td></tr><tr><td><strong>Água e Saneamento</strong></td><td>0,14%</td></tr><tr><td><strong>Energia solar</strong></td><td>0,30%</td></tr><tr><td><strong>Crédito Agro</strong></td><td>1,11%</td></tr><tr><td><strong>Pessoal</strong></td><td>5,41%</td></tr><tr><td><strong>Outros</strong></td><td>4,49%</td></tr><tr><td><strong>Total</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Capital de Giro e Investimento atingem 85,33% do volume total, refletindo o foco na geração de renda. A Lei nº 15.364 amplia a atuação para melhorias habitacionais, com segurança jurídica e flexibilidade.</p>



<h2><strong>6. PERFORMANCE REGIONAL DAS IMF</strong></h2>



<p>A análise da performance regional baseia-se nos dados das 33 instituições respondentes da ABCRED.</p>



<p><strong>6.1. Consolido de Ativos e Operações por Região</strong></p>



<p>A primeira perspectiva foca nos valores absolutos geridos e na base de clientes ativos até dezembro de 2025. Esses números demonstram a capacidade de manutenção de carteira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>Carteira Ativa (R$)</strong></td><td><strong>Clientes Ativos</strong></td><td><strong>Valor Emprestado (R$)</strong></td><td><strong>Operações (Qtd)</strong></td></tr><tr><td><strong>SUL</strong></td><td>R$ 834.727.530,04</td><td>108.232</td><td>R$ 844.592.202,86</td><td>94.703</td></tr><tr><td><strong>NORDESTE</strong></td><td>R$ 363.327.788,18</td><td>48.926</td><td>R$ 563.867.378,11</td><td>64.870</td></tr><tr><td><strong>NORTE</strong></td><td>R$ 329.335.437,71</td><td>70.624</td><td>R$ 459.296.925,18</td><td>20.614</td></tr><tr><td><strong>SUDESTE</strong></td><td>R$ 16.386.114,87</td><td>9.074</td><td>R$ 27.857.216,20</td><td>5.747</td></tr><tr><td><strong>CENTRO-OESTE</strong></td><td>R$ 6.822.645,32</td><td>942</td><td>R$ 17.581.332,13</td><td>2.310</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>R$ 1.550.599.516,12</td><td>237.798</td><td>R$ 1.913.195.054,48</td><td>188.244</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>6.2. Dinâmica de Participação e Fluxo de Crédito</strong></p>



<p>A segunda visão analisa o peso relativo de cada região no volume total injetado em 2025, evidenciando onde o esforço operacional é mais intenso.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>% Valor Emprestado</strong></td><td><strong>% Operações Realizadas</strong></td></tr><tr><td><strong>SUL</strong></td><td>44%</td><td>50%</td></tr><tr><td><strong>NORDESTE</strong></td><td>30%</td><td>35%</td></tr><tr><td><strong>NORTE</strong></td><td>24%</td><td>11%</td></tr><tr><td><strong>SUDESTE</strong></td><td>1%</td><td>3%</td></tr><tr><td><strong>CENTRO-OESTE</strong></td><td>1%</td><td>1%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100%</td><td>100%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>6.3. Análise do Desempenho Regional</strong></p>



<p>A leitura descritiva dos dados aponta para comportamentos do cenário institucional e logístico:</p>



<ul>
<li>Região Sul: 44% do valor emprestado com 50% das operações realizadas, com dois fatores principais: o apoio do governo de Santa Catarina e a ausência de grandes instituições públicas/privadas atuando no território.</li>



<li>Nordeste: 30% do volume emprestado e 35% das operações. O relatório não contempla os dados do Banco do Nordeste (BNB), que possui a maior carteira do país.</li>



<li>Norte: 24% do valor emprestado, mas apenas 11% das operações. Indicando ticket médio mais alto e baixa pulverização, devido à dificuldade de locomoção e à logística do microcrédito orientado.</li>



<li>Sudeste e Centro-Oeste: Com 1% de participação cada, as regiões representam um dos maiores desafios da ABCRED. O baixo índice decorre da baixa densidade de Instituições de Microfinanças atuando nessas localidades.</li>
</ul>



<h2><strong>7. PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS CLIENTES</strong></h2>



<p>Os dados detalham os empreendedores atendidos pelas 33 instituições, refletindo o alcance social do microcrédito orientado e a identidade do público que busca as IMF.</p>



<p><strong>Dados Gerais Relevantes</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>51%</strong> <strong>dos clientes são mulheres</strong></td><td><strong>74%</strong> <strong>dos clientes são informais</strong></td><td><strong>55,25%</strong> <strong>dos clientes possui mais de 41 anos</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A presença de mulheres (51%) confirma o microcrédito como ferramenta de geração de renda. A informalidade (74%) valida as IMF como porta de acesso ao crédito para quem está fora dos registros oficiais.</p>



<p><strong>7.1. Faixa Etária</strong></p>



<p>Com uma concentração na faixa dos 31 aos 50 anos, esse perfil reforça que o microcrédito orientado é a ferramenta de escolha para empreendedores.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Faixa Etária</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>De 18 a 20 anos</strong></td><td>3,44%</td></tr><tr><td><strong>De 21 a 30 anos</strong></td><td>15,06%</td></tr><tr><td><strong>De 31 a 40 anos</strong></td><td>26,45%</td></tr><tr><td><strong>De 41 a 50 anos</strong></td><td>24,03%</td></tr><tr><td><strong>De 51 a 60 anos</strong></td><td>14,41%</td></tr><tr><td><strong>Acima de 60 anos</strong></td><td>7,55%</td></tr><tr><td><strong>Não informado</strong></td><td>9,26%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>64,89% dos beneficiários estão na faixa entre 31 e 60 anos. O índice de empreendedores acima dos 50 anos (21,96%) sinaliza o papel das IMF no suporte a pessoas que buscam por conta própria uma alternativa de renda.</p>



<p><strong>7.2. Renda Domiciliar</strong></p>



<p>Os indicadores de renda domiciliar comprovam que as Instituições de Microfinanças (IMF) operam com o público na base da pirâmide econômica brasileira. A concentração de empreendedores nas faixas de menor rendimento reforça o papel social do setor na promoção da inclusão financeira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Renda Domiciliar</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Até 1/2 Salário Mínimo</strong></td><td>16,67%</td></tr><tr><td><strong>De 1/2 a 1 Salário Mínimo</strong></td><td>7,37%</td></tr><tr><td><strong>De 1 a 3 Salários Mínimos</strong></td><td>29,82%</td></tr><tr><td><strong>De 3 a 5 Salários Mínimos</strong></td><td>12,32%</td></tr><tr><td><strong>De 5 a 10 Salários Mínimos</strong></td><td>5,00%</td></tr><tr><td><strong>Acima de 10 Salários Mínimos</strong></td><td>1,70%</td></tr><tr><td><strong>Não informado</strong></td><td>27,12%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A soma das três primeiras faixas indica que mais de 53% dos empreendedores atendidos possuem renda domiciliar de até 3 salários mínimos, validando a missão das IMF de alcançar cidadãos que o sistema financeiro tradicional não consegue atender.</p>



<p><strong>7.3 Análise Integrada dos Dados</strong></p>



<p>46% dos beneficiários estão acima dos 41 anos, utilizando o microcrédito para geração de renda e continuidade das atividades produtivas. 53,86% têm renda de até 3 salários mínimos, sendo 24,04% até 1 salário mínimo, onde a atuação das IMF é indispensável.</p>



<h2>8<strong>. FONTES DE FUNDING E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA</strong></h2>



<p>A perenidade e a capacidade de expansão das instituições associadas à ABCRED dependem de uma matriz de captação de recursos resiliente.</p>



<p><strong>8.1. Instituições Parceiras</strong></p>



<p>As instituições de microfinanças buscam viabilizar suas operações através de parcerias com entes financeiros. Entre os principais, destacam-se:</p>



<ul>
<li>BNDES: Principal indutor do microcrédito orientado no Brasil.</li>



<li>CAIXA: Parceiro estratégico na capilarização do crédito social.</li>



<li>Agências de Fomento Estaduais: Fundamentais para a tração regional, como BADESC (SC), BRDE (Região Sul) e Desenbahia (BA).</li>



<li>Bancos Privados Brasileiros: Como o Banco Daycoval, que sinaliza a abertura do capital comercial para o setor.</li>



<li>Agências e Fundos Internacionais: Entidades como a Oikocredit (Holanda), BNP Paribas (França), Kiva (EUA) e o fundo LocFound. Estas organizações validam a governança das OSCIPs brasileiras perante o mercado global de finanças sociais, exigindo conformidade com padrões internacionais de impacto e transparência.</li>
</ul>



<p><strong>8.2. Desafios do Custo do Capital</strong></p>



<p>O acesso a linhas de crédito com custos compatíveis à realidade do microempreendedor é um frande gargalo operacional das instituições. Atualmente, o cenário é dado pelas seguintes condições:</p>



<ul>
<li>Custo Financeiro Elevado: Com a taxa Selic em patamares próximos a 15% ao ano, a captação de recursos no mercado torna-se onerosa, dificultando o repasse de juros acessíveis.</li>



<li>Restrições de Acesso: As exigências de garantias e os critérios rígidos das instituições financeiras tradicionais não condizem com a natureza sem fins lucrativos das IMF.</li>



<li>Proteção de beneficiário: Diante das taxas elevadas, as instituições optam por operar com capital próprio para proteger o cliente final de juros proibitivos, o que acaba por restringir o volume de atendimentos e a expansão.</li>
</ul>



<p><strong>9. CONTEXTUALIZAÇÃO E ANÁLISE FINAL: O FUTURO DAS MICROFINANÇAS ORIENTADAS</strong></p>



<p>O presente relatório consolida o desempenho das instituições associadas em 2025 e apresenta o estágio atual de um ecossistema que atua como alternativa viável para a inclusão socioeconômica no Brasil.</p>



<h2><strong>Síntese e Perspectivas</strong></h2>



<p>A convergência dos dados permite conclusões para o planejamento e a sustentabilidade do setor:</p>



<p><strong>Custo do Funding: </strong>O cenário de restrição ao crédito adequado para as IMF impõe desafios à sustentabilidade das operações. Com a Selic elevada, o custo de captação muitas inviabiliza o repasse direto. Desta forma, as IMF priorizam a aplicação de recursos para evitar o encarecimento dos juros aos tomadores. Mas essa prática limita o alcance do atendimento, pois a expansão fica restrita ao capital interno.</p>



<p><strong>Densidade Institucional e Expansão:</strong> A análise regional evidencia que a baixa participação das regiões Sudeste e Centro-Oeste decorre da escassez de organizações operando nessas áreas.</p>



<p><strong>Foco na Base da Pirâmide:</strong> Com 53% dos clientes com renda domiciliar de até 3 salários mínimos, as IMF ocupam o espaço negligenciado pelo sistema bancário tradicional.</p>



<h2><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A ABCRED, ao registrar mais de R$ 20 bilhões em desembolsos históricos, comprova a solidez de seu modelo operacional. O desafio para o futuro reside em ampliar a densidade institucional em regiões desassistidas e em buscar mecanismos que reduzam o custo do capital, permitindo que a capilaridade das IMF alcance a massa de empreendedores e trabalhadores por conta própria.</p>
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		<title>Bahia registra primeira operação do FAMPE Microcrédito e amplia acesso ao crédito para MEIs sem garantias</title>
		<link>https://abcred.org.br/bahia-registra-primeira-operacao-do-fampe-microcredito-e-amplia-acesso-ao-credito-para-meis-sem-garantias/2995/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Bahia registra primeira operação do FAMPE Microcrédito e amplia acesso ao crédito para MEIs sem garantias A Bahia registrou a primeira operação do FAMPE Microcrédito, fundo garantidor que amplia o acesso ao crédito para microempreendedores individuais sem garantias formais. A iniciativa foi viabilizada por meio da parceria entre a ABCRED (Associação Brasileira das Entidades Operadoras [&#8230;]]]></description>
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<p>Bahia registra primeira operação do FAMPE Microcrédito e amplia acesso ao crédito para MEIs sem garantias<br><br>A Bahia registrou a primeira operação do FAMPE Microcrédito, fundo garantidor que amplia o acesso ao crédito para microempreendedores individuais sem garantias formais. A iniciativa foi viabilizada por meio da parceria entre a ABCRED (Associação Brasileira das Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças) e o Sebrae, com a operação realizada pelo Banco do Povo de Itabuna.<br><br>Os valores liberados variam de R$ 1 mil a R$ 20 mil. Para 2026, a expectativa é movimentar cerca de R$ 4 milhões em microcrédito nos municípios atendidos, sendo aproximadamente 10% desse total — em torno de R$ 400 mil — com o apoio do FAMPE Microcrédito.<br><br>O marco ocorre em um contexto relevante. O Brasil possui mais de 14,6 milhões de microempreendedores individuais, segundo dados do IBGE, que representam parcela significativa da base produtiva formal do país. Na Bahia, são mais de 800 mil MEIs ativos, público que frequentemente enfrenta barreiras no acesso ao sistema financeiro tradicional.<br><br>O FAMPE Microcrédito atua como aval complementar e pode garantir até 80% do valor do contrato, reduzindo o risco da operação e permitindo que empreendedores que não possuem bens formais como garantia possam acessar financiamento para investir, expandir ou estruturar seus negócios.<br><br>O Banco do Povo, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação no terceiro setor, foi responsável pelas primeiras liberações no estado. As beneficiadas foram a empresária Neuma Alves, proprietária de um bar em Itabuna, e Brenda Barreto, de 20 anos, à frente da BB Make, negócio de cosméticos com atuação digital. “Quero crescer, investir na estrutura e abrir minha loja física”, afirma Brenda.<br><br>Para Ilana Queiroz Bezerra, presidente da Abomcred e diretora-executiva do Banco do Povo, a operação representa um avanço estrutural para o ecossistema de microfinanças baiano.<br><br>Além da garantia facilitada, o modelo preserva uma das principais características do microcrédito produtivo orientado: o acompanhamento presencial por agente de crédito, que orienta a aplicação estratégica dos recursos e contribui para reduzir inadimplência e aumentar a sustentabilidade do empreendimento.<br><br>A parceria entre ABCRED e Sebrae prevê a expansão do FAMPE Microcrédito em diferentes regiões do país. A estreia na Bahia marca a entrada do mecanismo no estado e abre caminho para ampliar o acesso ao crédito a uma base produtiva que sustenta milhares de famílias e movimenta a economia local.<br><br></p>
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		<item>
		<title>Microfinanças, Microcrédito e Governança Climática na COP30: a participação da Credisol.</title>
		<link>https://abcred.org.br/microfinancas-microcredito-e-governanca-climatica-na-cop30-a-participacao-da-credisol/2952/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atratisdev]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 16:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
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					<description><![CDATA[O artigo destaca discussões ocorridas em painéis da COP30, realizada em Belém-PA, que reforçaram o papel das microfinanças como instrumento essencial para ampliar adaptação e resiliência frente às mudanças climáticas. Especialistas apontaram que instituições de microcrédito atendem públicos vulneráveis e regiões onde o sistema financeiro tradicional não chega adequadamente, motivo pelo qual são fundamentais para o [&#8230;]]]></description>
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<p>O artigo destaca discussões ocorridas em painéis da COP30, realizada em Belém-PA, que reforçaram o papel das microfinanças como instrumento essencial para ampliar adaptação e resiliência frente às mudanças climáticas. Especialistas apontaram que instituições de microcrédito atendem públicos vulneráveis e regiões onde o sistema financeiro tradicional não chega adequadamente, motivo pelo qual são fundamentais para o financiamento climático e autonomia financeira.</p>



<p>A Credisol, OSCIP de microcrédito com mais de 26 anos de atuação nacional, participou de dois momentos oficiais do evento. No workshop do Azerbaijão, na Blue Zone, área da ONU destinada a delegações e organismos internacionais, a Instituição apresentou sua experiência no microcrédito produtivo orientado e discutiu sua contribuição para a resiliência econômica de microempreendedores.</p>



<p>Os debates ressaltaram que as <strong>microfinanças </strong>não apenas reduzem a pobreza e promovem a inclusão produtiva, mas também apoiam práticas sustentáveis e modos de vida resilientes. Especialistas reforçaram que o setor é um canal eficiente e ainda pouco explorado para distribuir recursos climáticos em territórios vulneráveis.</p>



<p>O segundo momento ocorreu no estande do BNDES, na Zona Verde, com a participação do gerente executivo, Eduardo R Manenti, do coordenador ESG da Credisol e do consultor Pedro Ananias Alves, reconhecido pelo trabalho de expansão do microcrédito no Brasil. O painel destacou a importância do PNMPO e apresentou o caso de uma microempreendedora do Mercado do Ver-o-Peso, exemplificando o impacto do crédito produtivo orientado no desenvolvimento local.</p>



<p>O artigo conclui que o acesso ao crédito contribui diretamente para inclusão produtiva, geração de renda e fortalecimento comunitário, e que o desenvolvimento sustentável depende da integração entre inclusão financeira, justiça climática e oportunidades reais para quem está à margem do sistema financeiro.</p>



<p>Acesse a íntegra do material pelo link:<br><a href="https://credisol.org.br/blog/post/microfinancas-microcredito-e-governanca-climatica-na-cop30-por-que-o-desenvolvimento-sustentavel-precisa-incluir-quem-esta-a-margem-do-sistema-financeiro-596" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://credisol.org.br/blog/post/microfinancas-microcredito-e-governanca-climatica-na-cop30-por-que-o-desenvolvimento-sustentavel-precisa-incluir-quem-esta-a-margem-do-sistema-financeiro-596</a></p>
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		<title>Crédito Solidário Microfinanças participa de projeto de microcrédito apoiado pelo Rotary</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 17:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de microcrédito desenvolvido pelo Rotary Club de Jundiaí-Serra do Japy, com apoio da Fundação Rotária, contou com a participação da Crédito Solidário Microfinanças, associada da Abcred. A iniciativa, detalhada na edição de janeiro de 2025 da revista Rotary Brasil, beneficiou cerca de 50 famílias de microempreendedores locais. A Crédito Solidário atuou como administradora [&#8230;]]]></description>
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<p>O projeto de microcrédito desenvolvido pelo Rotary Club de Jundiaí-Serra do Japy, com apoio da Fundação Rotária, contou com a participação da Crédito Solidário Microfinanças, associada da Abcred. A iniciativa, detalhada na edição de janeiro de 2025 da revista Rotary Brasil, beneficiou cerca de 50 famílias de microempreendedores locais.</p>



<p>A Crédito Solidário atuou como administradora do fundo de microcrédito, garantindo a aplicação dos recursos conforme estabelecido no projeto. Os valores foram destinados exclusivamente para investimentos nos negócios dos participantes, como compra de equipamentos, estoques e capital de giro.</p>



<p>De acordo com Alexandre Censi, associado do Rotary Club de Jundiaí, os participantes tiveram um aumento médio de renda de aproximadamente 30%. O sucesso da iniciativa levou à criação de um segundo projeto, iniciado em julho, também com apoio de Subsídios Globais.</p>



<p>A Abcred reconhece a importância de iniciativas como esta, que demonstram o papel transformador das instituições de microfinanças no desenvolvimento econômico local. A atuação da Crédito Solidário neste projeto reforça o compromisso das associadas da Abcred com o fomento ao empreendedorismo e à inclusão financeira.</p>



<p>Confira a matéria completa na edição de janeiro de 2025 da revista Rotary Brasil clicando <a href="https://drive.google.com/file/d/1a8DAL87C-H6Den16HFbiG_LQ6KLr6XL3/view?usp=sharing">aqui</a>. </p>



<p class="has-text-align-center">(<em>Fonte</em>: <em>Rotary Brasil</em>, <em>Crédito Solidário Microfinanças</em>)</p>
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		<title>ABCRED promove reunião estratégica com SEBRAE para alinhar parceria do Programa FAMPE Microcrédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 13:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
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					<description><![CDATA[A ABCRED realizou na última sexta-feira (11/07) uma reunião técnica com o SEBRAE Nacional para detalhar a operacionalização do programa FAMPE Microcrédito, que contará com recursos iniciais de R$ 15 milhões do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas. O encontro contou com a presença de Adalberto de Sousa Luiz, Analista de Produtos de [&#8230;]]]></description>
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<p>A ABCRED realizou na última sexta-feira (11/07) uma reunião técnica com o SEBRAE Nacional para detalhar a operacionalização do programa FAMPE Microcrédito, que contará com recursos iniciais de R$ 15 milhões do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas. O encontro contou com a presença de Adalberto de Sousa Luiz, Analista de Produtos de Garantia do SEBRAE Nacional, que apresentou as diretrizes técnicas para a execução do programa.</p>



<p>O FAMPE Microcrédito será operacionalizado através das OSCIPs associadas à ABCRED, garantindo assim a cobertura necessária para atender microempreendedores em todo o território nacional. Esta estrutura permite que os recursos cheguem de forma eficiente aos pequenos negócios que mais necessitam de apoio financeiro.</p>



<p>Durante a reunião, foram discutidos aspectos operacionais fundamentais, incluindo os critérios de elegibilidade, os mecanismos de garantia, o cronograma de implementação e os sistemas de monitoramento. O programa representa uma importante ferramenta para promover a inclusão financeira e estimular o desenvolvimento econômico local.</p>



<p>A ABCRED reforça seu compromisso com a criação de soluções financeiras acessíveis e destaca que o FAMPE Microcrédito foi desenhado para atender especificamente às necessidades dos pequenos negócios brasileiros, seguindo os mais altos padrões de governança e transparência.</p>



<p class="has-text-align-center">(<em>Fonte</em>: ABCRED – Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças)</p>
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		<title>1ª Semana da Tecnologia ABCRED: Fortalecendo a Inovação no Setor de Microfinanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os dias 19 e 23 de maio, a ABCRED realizou a 1ª Semana da Tecnologia, uma iniciativa estratégica alinhada ao seu Planejamento Institucional. O objetivo foi compartilhar informações e conhecimentos para fortalecer a infraestrutura e a capacidade tecnológica das instituições associadas. Realizado em formato online, o evento contou com mais de 370 participações de [&#8230;]]]></description>
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<p>Entre os dias 19 e 23 de maio, a ABCRED realizou a 1ª Semana da Tecnologia, uma iniciativa estratégica alinhada ao seu Planejamento Institucional. O objetivo foi compartilhar informações e conhecimentos para fortalecer a infraestrutura e a capacidade tecnológica das instituições associadas. Realizado em formato online, o evento contou com mais de 370 participações de dirigentes e técnicos de Instituições de Microfinanças (IMFs) de diversas regiões do país, consolidando-se como um marco na agenda de inovação do setor.</p>



<p>Durante os cinco dias de evento, empresas convidadas apresentaram soluções aplicadas à realidade das IMFs. Foram abordados temas como sistemas de gestão (web e mobile), digitalização, automação financeira, análise de crédito com inteligência artificial, integração com APIs bancárias, desenvolvimento de aplicativos e plataformas digitais personalizadas. Também foram discutidas questões como gestão financeira e contábil, unificação de operações de crédito e cobrança, geolocalização de agentes de crédito e acesso a softwares para organizações sem fins lucrativos.</p>



<p>As empresas Droid, Elefer Tecnologia, ERP Partner Informática, WPE4Bank, PSA Tech e Tech Soup participaram da programação, apresentando soluções práticas e adaptáveis às necessidades das associadas. O foco esteve em ganhos de eficiência, padronização e escalabilidade das operações. A qualidade das exposições e a diversidade das soluções apresentadas foram amplamente destacadas pelas instituições participantes.</p>



<p>O Instituto Estrela ressaltou como a iniciativa contribuiu para reduzir as disparidades entre instituições de diferentes portes: &#8220;Todas as soluções apresentadas foram de excelente nível. Isso ajudará instituições com portes distintos a estarem mais niveladas em termos de organização, fortalecendo o setor como um todo.&#8221; Essa percepção foi compartilhada por outras associadas, como o Ceape BA, que destacou o papel da Semana da Tecnologia como instrumento de articulação: &#8220;O evento foi importante por abrir canais de cooperação entre as associadas.&#8221;</p>



<p>A presidente da ABCRED, Isabel Baggio, enfatizou a importância da ação no contexto estratégico da associação. Ela afirmou que a 1ª Semana da Tecnologia representa um marco importante nos esforços da ABCRED para compartilhar informações e conhecimentos que fortaleçam a infraestrutura e a capacidade tecnológica das instituições associadas. Essa iniciativa está plenamente alinhada à missão institucional de fortalecer suas associadas e ampliar o impacto social do microcrédito no Brasil.</p>



<p>Diante da avaliação positiva e da expressiva participação das associadas, a ABCRED já planeja novas edições do evento. Os próximos encontros abordarão temas vinculados às microfinanças, incluindo questões prioritárias como novos produtos microfinanceiros, expansão territorial, governança, gestão institucional e inovação em processos. O objetivo é consolidar um espaço permanente de formação, cooperação e qualificação, essencial para o crescimento sustentável das microfinanças no país.</p>



<p class="has-text-align-center">(<em>Fonte: Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças &#8211; ABCRED)</em></p>
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		<title>Imembuí Microfinanças teve crescimento de 18% em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 18:23:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Imembuí Microfinanças, associada da Abcred, encerrou 2024 com números que reforçam o papel estratégico do microcrédito no desenvolvimento econômico regional. A instituição gaúcha ampliou em 18% seu volume de operações, totalizando R$ 35,1 milhões em recursos destinados a 2.841 micro e pequenos empreendedores em mais de 160 municípios do Rio Grande do Sul. A [&#8230;]]]></description>
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<p>A Imembuí Microfinanças, associada da Abcred, encerrou 2024 com números que reforçam o papel estratégico do microcrédito no desenvolvimento econômico regional. A instituição gaúcha ampliou em 18% seu volume de operações, totalizando R$ 35,1 milhões em recursos destinados a 2.841 micro e pequenos empreendedores em mais de 160 municípios do Rio Grande do Sul.</p>



<p>A Imembuí registrou uma importante redução na taxa de inadimplência, que caiu para 2,35%, indicando que os empreendedores estão utilizando o crédito de forma eficiente para alavancar seus negócios. Outro destaque foi a expansão do programa Juro Zero, que beneficiou 1.172 pessoas com R$ 11,3 milhões em crédito acessível.</p>



<p>Além dos números, a associada desenvolveu a plataforma Negócios em Rede, que já conecta 366 pequenos negócios, criando redes de colaboração que fortalecem a economia local. Para 2025, os planos incluem ampliar a atuação para novas cidades, reforçando o compromisso com o desenvolvimento regional.</p>



<p>&#8220;Cada operação fortalece negócios e comunidades&#8221;, celebra Arlimar de Oliveira, Diretor Geral.</p>



<p><em>Fonte e imagem: Imembuí Microfinanças</em></p>
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		<title>Abcred realiza reuniões do Conselho de Administração e Assembleia Geral Ordinária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 20:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agendas Abcred]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última semana, dia 16 de abril, durante o período da manhã, aconteceu em São Paulo a reunião do Conselho de Administração da Abcred, que teve como pauta o Planejamento Estratégico 2025-2026, entre os temas, discutiu-se sobre possibilidades de projetos com parceiros e novos produtos de microfinanças. Ainda no mesmo dia, durante a tarde, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última semana, dia 16 de abril, durante o período da manhã, aconteceu em São Paulo a reunião do Conselho de Administração da Abcred, que teve como pauta o Planejamento Estratégico 2025-2026, entre os temas, discutiu-se sobre possibilidades de projetos com parceiros e novos produtos de microfinanças.</p>



<p>Ainda no mesmo dia, durante a tarde, a Abcred realizou a Assembleia Geral Ordinária, de forma online, que contou com a presença de 33 instituições associadas.</p>



<p>A assembleia teve como pauta a aprovação das contas do exercício de 2024, apresentação dos resultados das associadas e apresentação da nova associada AmazonCred. O encontro também abordou o planejamento estratégico e teve participação da Caixa Econômica Federal, durante os informes.</p>



<p>A data foi marcada por debates relevantes, reforçando o compromisso da Abcred com a transparência, responsabilidade social e metas para o crescimento do setor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="724" src="https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Proporcao-Noticias-site-Foto-Reuniao-do-Conselho-Abcred-1024x724.jpg" alt="" class="wp-image-2905" srcset="https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Proporcao-Noticias-site-Foto-Reuniao-do-Conselho-Abcred-1024x724.jpg 1024w, https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Proporcao-Noticias-site-Foto-Reuniao-do-Conselho-Abcred-300x212.jpg 300w, https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Proporcao-Noticias-site-Foto-Reuniao-do-Conselho-Abcred-768x543.jpg 768w, https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Proporcao-Noticias-site-Foto-Reuniao-do-Conselho-Abcred-1536x1086.jpg 1536w, https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Proporcao-Noticias-site-Foto-Reuniao-do-Conselho-Abcred.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">(Fonte: Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças) </figcaption></figure>
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		<title>Informais são 65% dos clientes das instituições associadas à Abcred</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 17:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
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					<description><![CDATA[Os empreendedores informais representam 65% dos 155 mil clientes das instituições de microfinanças associadas à Abcred (Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças). Em 2025, integrantes da associação liberaram R$ 1,22 bilhão em financiamentos – alta de 20% ante 2024. Segundo a Abcred, instituições especializadas em microfinanças espalhadas por todo o país se [&#8230;]]]></description>
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<p>Os empreendedores informais representam 65% dos 155 mil clientes das instituições de microfinanças associadas à Abcred (Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças). Em 2025, integrantes da associação liberaram R$ 1,22 bilhão em financiamentos – alta de 20% ante 2024.</p>



<p>Segundo a Abcred, instituições especializadas em microfinanças espalhadas por todo o país se consolidam como alternativa de crédito para empreendedores informais que não conseguem acessar o mercado financeiro tradicional. </p>



<p>“A metodologia própria de análise da situação financeira de cada tomador de recursos possibilita que essas organizações apoiem negócios de micro e pequeno porte sem sofrer com altas taxas de inadimplência, que poderiam comprometer a sustentabilidade da financiadora, e sem a necessidade de juros excessivamente altos, que tornaram inviável o negócio do empresário”, afirma a Abcred.</p>



<p>Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), pouco mais de 38% dos trabalhadores brasileiros não têm CNPJ ou carteira assinada, um total de 39,5 milhões de pessoas.</p>



<p>“É um contingente enorme de pessoas que precisam de apoio para empreender”, disse a presidente da Abcred, Isabel Baggio. </p>



<p>A avaliação do perfil de quem pede o recurso é o grande diferencial das operações de microfinanças. Em vez de usar cadastros e escores, como o mercado tradicional, as instituições trabalham com equipes treinadas para analisar a situação de cada candidato a tomar um empréstimo.</p>



<p>Consultores de crédito realizam visitas e um diagnóstico financeiro de quem pede o recurso. A partir disso, é tomada a decisão de liberar ou não o financiamento. “A ideia é assegurar que a pessoa colha os benefícios do recurso sem comprometer a estabilidade do seu orçamento”, disse Isabel Baggio.</p>



<p>O chamado microcrédito produtivo lidera as liberações. De cada R$ 100 financiados, R$ 85 foram para negócios, capital de giro ou investimentos.</p>



<p>Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/poder-empreendedor/informais-sao-65-dos-clientes-de-instituicoes-de-microfinancas/)</p>
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		<title>A ABOMCRED realiza Planejamento Estratégico com IMFs associadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 18:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Baiana das Organizações de Microfinanças e Microcrédito – ABOMCRED que tem como missão, fortalecer a governança e a capacidade operacional das instituições associadas, ampliando a oferta de produtos e serviços financeiros diversificados, acessíveis e sustentáveis, para promover a inclusão socioeconômica e melhorar a qualidade de vida das comunidades atendidas, está promovendo em parceria [&#8230;]]]></description>
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<p>A Associação Baiana das Organizações de Microfinanças e Microcrédito – ABOMCRED que tem como missão, fortalecer a governança e a capacidade operacional das instituições associadas, ampliando a oferta de produtos e serviços financeiros diversificados, acessíveis e sustentáveis, para promover a inclusão socioeconômica e melhorar a qualidade de vida das comunidades atendidas, está promovendo em parceria com a Rede Eclof Internacional e Abcred, a elaboração do seu planejamento estratégico e de suas associadas. Após a realização da oficina geral da ABOMCRED, nos dias 18 e 19 de março em Salvador, iniciamos agora a Etapa 4 do Planejamento Estratégico Integrado, voltada à elaboração dos planos estratégicos das IMF’s associadas. Essa etapa tem como foco garantir o alinhamento à linha estratégica da ABOMCRED, respeitando as especificidades territoriais e operacionais de cada instituição, e promovendo o fortalecimento da governança, da sustentabilidade e do impacto das organizações nos seus territórios de atuação. E nos dias 07 e 08 de Abril a oficina de Planejamento Estratégico do CEAPE BAHIA E CEADE em Feira de Santana , que será realizada na sede do Movimento de Organização Comunitária (MOC) e nos dias 10 e 11/Abril será realizada no auditório do Sebrae a etapa regional em Itabuna, conduzida pelo consultor João Baptista Krein onde, reunirá dirigentes, conselheiros e colaboradores dos Bancos do Povo, ICC Itabuna Solidária e ICC Conquista Solidária com objetivo de ampliar competências para crescer.</p>



<p><em>Fonte:</em> <em>Associação Baiana das Organizações de Microfinanças e Microcrédito</em> – <em>ABOMCRED</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/image.png" alt="" class="wp-image-2892" width="806" height="437" srcset="https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/image.png 806w, https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/image-300x163.png 300w, https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2025/04/image-768x416.png 768w" sizes="(max-width: 806px) 100vw, 806px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Realização </em></figcaption></figure>
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