<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog - Abcred</title>
	<atom:link href="https://abcred.org.br/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://abcred.org.br/blog/</link>
	<description>Promovendo o ambiente de Microcrédito e Microfinanças no Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 17:27:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.1.1</generator>

<image>
	<url>https://abcred.org.br/wp-content/uploads/2022/09/cropped-favicon-32x32.png</url>
	<title>Blog - Abcred</title>
	<link>https://abcred.org.br/blog/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ABCRED, Sebrae Paraná e Instituições de Microfinanças alinham implantação do FAMPE Microcrédito no Estado</title>
		<link>https://abcred.org.br/abcred-sebrae-parana-e-instituicoes-de-microfinancas-alinham-implantacao-do-fampe-microcredito-no-estado/3138/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agendas Abcred]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[microfinanças]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=3138</guid>

					<description><![CDATA[Representantes da ABCRED, do Sebrae Paraná e das Instituições de Microfinanças (IMFs) associadas reuniram-se, na última sexta-feira, em Curitiba, para alinhar o planejamento da implantação do FAMPE Microcrédito no Paraná. Participaram do encontro representantes das associadas Crecerto, Blusol, Extracredi, Credisol, Banco do Empreendedor, Banco da Família e MCS Crédito Solidário, além do assessor de Relações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Representantes da ABCRED, do Sebrae Paraná e das Instituições de Microfinanças (IMFs) associadas reuniram-se, na última sexta-feira, em Curitiba, para alinhar o planejamento da implantação do FAMPE Microcrédito no Paraná.</p>



<p>Participaram do encontro representantes das associadas <strong>Crecerto, Blusol, Extracredi, Credisol, Banco do Empreendedor, Banco da Família e MCS Crédito Solidário, além do assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas da ABCRED, João Krein.</strong> A reunião teve como objetivo alinhar a implementação do programa, fruto da parceria entre a ABCRED e o Sebrae Nacional, e fortalecer a atuação integrada entre as instituições.</p>



<p>Durante o encontro, foram definidos encaminhamentos para ampliar a integração entre as IMFs e o Sebrae Paraná, oferecendo aos empreendedores um atendimento mais qualificado antes, durante e após a contratação do microcrédito.</p>



<p>Entre as ações previstas estão capacitações presenciais e por videoconferência para agentes de crédito, abordando a utilização da ferramenta Planejadora, do Sebrae, em complemento ao Levantamento Socioeconômico (LSE); orientações sobre a formalização de micro e pequenos empreendedores como Microempreendedor Individual (MEI); e os novos regramentos das compras públicas, que ampliam as oportunidades de fornecimento de produtos e serviços pelos MEIs às administrações municipais, órgãos públicos e instituições financeiras públicas.</p>



<p>Também foi definido o desenvolvimento de ações conjuntas entre as IMFs e as unidades regionais do Sebrae Paraná nos processos de pré e pós-crédito, fortalecendo o acompanhamento dos empreendedores e potencializando os resultados das operações.</p>



<p>Outro encaminhamento prevê a criação de um relacionamento permanente entre os profissionais das Instituições de Microfinanças e as equipes do Sebrae Paraná, além da participação das associadas em feiras, eventos e demais iniciativas promovidas pela instituição, ampliando a divulgação do microcrédito orientado e dos serviços de apoio aos pequenos negócios.</p>



<p>A reunião definiu ainda a elaboração conjunta de materiais de divulgação e a criação de mecanismos para acompanhamento e compartilhamento das operações realizadas com aval do FAMPE junto ao Sebrae Paraná, fortalecendo as ações de pós-crédito, monitorando os resultados do programa e aperfeiçoando sua execução.</p>



<p>A iniciativa reforça o compromisso da ABCRED com o fortalecimento do ecossistema do microcrédito produtivo orientado, ampliando o acesso ao crédito, incentivando o desenvolvimento dos pequenos negócios e contribuindo para o crescimento econômico sustentável.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agenda institucional da ABCRED reforça apoio ao fortalecimento do microcrédito</title>
		<link>https://abcred.org.br/agenda-institucional-da-abcred-reforca-apoio-ao-fortalecimento-do-microcredito/3119/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=3119</guid>

					<description><![CDATA[A presidente da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), Isabel Baggio, acompanhada do Assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas, João Krein, cumpriu agenda institucional em Santa Catarina entre os dias 16, 17 e 18 de Junho, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com as instituições associadas e acompanhar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A presidente da <strong>Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), Isabel</strong> <strong>Baggio</strong>, acompanhada do Assessor de Relações Institucionais e Políticas Públicas, <strong>João Krein</strong>, cumpriu agenda institucional em Santa Catarina entre os <strong>dias 16</strong>, <strong>17</strong> e <strong>18 de Junho</strong>, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com as instituições associadas e acompanhar a evolução das operações de microcrédito na região.</p>



<p>Durante a agenda, foram realizadas reuniões com <strong>Paulo Fiamoncini</strong>, <strong>Presidente da Acredite</strong>; <strong>Edilson</strong> <strong>Wilvert, Diretor da Blusol; Marcelino Schlindwein, Diretor Administrativo da Profomento; Sedenir dos Santos, Diretor Executivo da Casa do Microcrédito; Alceu Pacheco, Diretor Executivo da Credisol; e Luiz Floriani, Diretor-Superintendente do Banco do Empreendedor. </strong>Os encontros permitiram o alinhamento de ações, a troca de experiências e o debate sobre oportunidades para ampliar o acesso ao crédito produtivo orientado.</p>



<p>No Banco do Empreendedor, a reunião com o diretor-superintendente, Luiz Floriani, reforçou os benefícios oferecidos pela ABCRED às instituições associadas e tratou da implementação do FAMPE Microcrédito, cuja utilização pela entidade está prevista para os próximos dias.</p>



<p>A agenda também incluiu reuniões voltadas à discussão dos principais desafios enfrentados pelos microempreendedores, com destaque para o acesso ao crédito. As conversas abordaram temas como educação financeira, inclusão financeira, endividamento e a dificuldade de comprovação de renda por trabalhadores informais. Também estiveram em pauta o fortalecimento do FAMPE, a criação de novas parcerias estratégicas, o desenvolvimento de produtos voltados ao segmento e a expansão das operações das OSCIPs associadas.<br><br>Sobre as sugestões colhidas para implantação, podemos destacar: a organização de uma delegação com representantes das associadas à ABCRED para participação no FinnLAC Forum 2026 do BID, evento que substitui o Foromic e que deverá ser realizado no final do corrente ano; e a organização de um evento sobre temas contemporâneos relacionados a microfinanças com os técnicos das instituições, visando a troca de conhecimentos e experiências.</p>



<p>Segundo <strong>Isabel Baggio</strong>, o microcrédito desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico, ao oferecer acesso a recursos para investimento e capital de giro, aliado a uma metodologia de acompanhamento próximo do empreendedor.</p>



<p>Para a ABCRED, a aproximação constante com as associadas é fundamental para fortalecer o setor, compartilhar boas práticas, apoiar a expansão das operações de microcrédito e ampliar o alcance das políticas voltadas ao desenvolvimento dos pequenos negócios em todo o país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empreender é uma oportunidade</title>
		<link>https://abcred.org.br/empreender-e-uma-oportunidade/3114/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=3114</guid>

					<description><![CDATA[Os pequenos negócios desempenham papel fundamental na economia brasileira, gerando renda, movimentando comunidades e criando oportunidades de trabalho. Nesse contexto, o empreendedorismo tem se consolidado como um importante instrumento de inclusão produtiva e desenvolvimento econômico, permitindo que milhares de pessoas transformem conhecimentos, habilidades e iniciativas em fontes de renda e crescimento. Em diferentes regiões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os pequenos negócios desempenham papel fundamental na economia brasileira, gerando renda, movimentando comunidades e criando oportunidades de trabalho. Nesse contexto, o empreendedorismo tem se consolidado como um importante instrumento de inclusão produtiva e desenvolvimento econômico, permitindo que milhares de pessoas transformem conhecimentos, habilidades e iniciativas em fontes de renda e crescimento.</p>



<p>Em diferentes regiões do país, novos empreendimentos surgem diariamente a partir da identificação de oportunidades, da oferta de serviços, da produção de bens ou da busca por soluções para necessidades locais. Seja no comércio, na prestação de serviços, na produção artesanal ou no ambiente digital, empreender representa uma possibilidade concreta de geração de renda e fortalecimento da economia.</p>



<h2>O potencial está em diferentes perfis</h2>



<p>Não existe um único perfil de empreendedor. Mulheres, jovens, profissionais em transição de carreira, trabalhadores autônomos ou pessoas que buscam complementar a renda encontram no empreendedorismo caminhos para colocar projetos em prática e ampliar suas possibilidades de crescimento.</p>



<p>Na prática, muitos negócios nascem da identificação de uma oportunidade, do conhecimento adquirido ao longo da vida e da capacidade de resolver problemas reais.</p>



<h2>Os desafios ainda são uma realidade</h2>



<p>Apesar do potencial existente, muitos empreendedores enfrentam obstáculos que dificultam a consolidação de seus negócios. O acesso ao crédito, a educação financeira, a formalização e o conhecimento sobre gestão continuam sendo desafios para uma parcela significativa dos micro e pequenos empreendedores brasileiros.</p>



<p>Em muitos casos, a falta de recursos financeiros impede investimentos em estoque, equipamentos, tecnologia ou expansão das atividades. Além disso, a ausência de orientação adequada pode limitar o crescimento e reduzir a sustentabilidade dos negócios ao longo do tempo.</p>



<h2>Crédito e capacitação</h2>



<p>Quando acompanhado de orientação e planejamento, o acesso ao crédito pode representar um importante impulsionador para o desenvolvimento dos pequenos negócios. Investimentos realizados no momento certo podem aumentar a produtividade, melhorar a competitividade e ampliar a geração de renda.</p>



<p>Da mesma forma, iniciativas voltadas à educação financeira, capacitação empreendedora e inclusão produtiva contribuem para que mais pessoas tenham condições de transformar ideias em oportunidades concretas de negócio.</p>



<p>Fortalecer o empreendedorismo não significa apenas apoiar quem deseja abrir um negócio. Significa criar condições para que mais pessoas possam gerar renda, movimentar a economia local e contribuir para o desenvolvimento de suas comunidades</p>



<p>O empreendedorismo pode nascer de diferentes histórias, realidades e trajetórias. O desafio está em garantir que as oportunidades, o conhecimento e os instrumentos necessários para empreender estejam acessíveis a todos que desejam construir seu próprio caminho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Superendividamento avança e especialistas defendem &#8221;crédito de qualidade&#8221;</title>
		<link>https://abcred.org.br/superendividamento-avanca-e-especialistas-defendem-credito-de-qualidade/3100/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[microfinanças]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=3100</guid>

					<description><![CDATA[O crescimento do superendividamento das famílias brasileiras e a explosão do crédito de consumo foram amplamente debatidos, recentemente, no 2° Encontro Nacional Sebrae e Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred), em São Paulo. Especialistas alertaram para o crescimento de modalidades de crédito consideradas mais caras e defenderam o fortalecimento do microcrédito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O crescimento do superendividamento das famílias brasileiras e a explosão do crédito de consumo foram amplamente debatidos, recentemente, no <strong>2° Encontro Nacional Sebrae e Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred</strong>)<strong>, </strong>em São Paulo. </p>



<p>Especialistas alertaram para o crescimento de modalidades de crédito consideradas mais caras e defenderam o fortalecimento do microcrédito produtivo como alternativa para geração de renda e inclusão financeira. Evento reuniu representantes de instituições de microfinanças, especialistas e lideranças do setor para discutir os desafios do crédito no país.</p>



<p>Dados da Abcred mostram que as instituições associadas movimentaram mais de R$ 1,9 bilhão em operações de microcrédito em 2025, com mais de 188 mil contratos realizados em todo o país. Os resultados também evidenciam a importância do crédito assistido, cuja metodologia de acompanhamento contribui para reduzir riscos e ampliar a capacidade de pagamento dos clientes.</p>



<p>O economista <strong>Lauro Gonzalez</strong>, professor da <strong>FGV</strong>, apresentou dados sobre o avanço do superendividamento e os impactos do atual modelo de crédito no Brasil. Segundo ele, o país passou por uma forte expansão do crédito voltado ao consumo, especialmente após 2020, com crescimento concentrado em modalidades mais caras e digitais.<br><br>“O Brasil ampliou o acesso ao crédito, mas isso não significa necessariamente melhora na qualidade do crédito ofertado. Hoje temos uma expansão importante das modalidades de consumo, muitas vezes caras, que acabam agravando o comprometimento da renda das famílias”, afirmou Gonzalez durante a palestra.</p>



<p>O economista destacou ainda que medidas emergenciais de renegociação ajudam momentaneamente, mas não resolvem as causas estruturais do problema. “Programas de renegociação aliviam a pressão no curto prazo, mas o desconforto financeiro volta a crescer se não houver mudança estrutural na forma como o crédito é ofertado. Precisamos ampliar o acesso ao crédito de qualidade, especialmente o microcrédito produtivo orientado”, afirmou.</p>



<p>Em artigo recente, o <strong>consultor </strong>da <strong>Abcred</strong>, <strong>João Krein</strong>, avalia que o cenário atual é resultado de fatores que vão além da economia tradicional, envolvendo informalidade, precarização do trabalho, pressão por consumo e expansão do crédito fácil aliado às apostas digitais.<br></p>



<p>Segundo <strong>Krein</strong>, o problema não pode ser analisado apenas pelos indicadores econômicos tradicionais. “O crescimento do PIB, a queda do desemprego ou mesmo o aumento da renda média já não conseguem explicar sozinhos o ambiente social do país. O superendividamento hoje também está relacionado à insegurança financeira, à desesperança e à fragilidade das relações econômicas”, afirma no artigo.</p>



<p>Para a <strong>presidente </strong>da <strong>Abcred</strong>, <strong>Isabel Baggio</strong>, o debate sobre crédito no Brasil precisa avançar além da ampliação da oferta.“O Brasil não sofre apenas com falta de crédito. Sofre também com excesso de crédito ruim, caro e pouco conectado à geração de renda. O microcrédito produtivo orientado nasce justamente como alternativa a esse modelo”, afirma.</p>



<p>Segundo ela, o diferencial do microcrédito está no foco produtivo e no acompanhamento técnico, especialmente junto a pequenos empreendedores e trabalhadores informais. “Quando o crédito vem acompanhado de orientação e tem foco produtivo, ele deixa de ser apenas uma dívida e passa a ser instrumento de desenvolvimento, inclusão produtiva e fortalecimento das economias locais”, diz.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Microcrédito avança 55% no país e deve superar R$ 2 bilhões em 2026</title>
		<link>https://abcred.org.br/microcredito-avanca-55-no-pais-e-deve-superar-r-2-bilhoes-em-2026/3055/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=3055</guid>

					<description><![CDATA[O microcrédito virou peça relevante na engrenagem de inclusão produtiva do país e fechou 2025 com avanço acima de qualquer linha tradicional do sistema financeiro. Dados da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED) mostram que o valor emprestado pelas instituições associadas ultrapassou 1,9 bilhão de reais no período, alta de 57% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O microcrédito virou peça relevante na engrenagem de inclusão produtiva do país e fechou 2025 com avanço acima de qualquer linha tradicional do sistema financeiro. Dados da Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED) mostram que o valor emprestado pelas instituições associadas ultrapassou 1,9 bilhão de reais no período, alta de 57% sobre 2024.</p>



<p>A base de clientes ativos chegou a cerca de 238 mil pessoas, crescimento de 53% em um ano, enquanto a carteira ativa avançou 55%. Parte da expansão reflete a entrada de uma nova instituição na base da entidade, o que pesa na comparação anual. Mesmo descontado esse efeito, o setor cresceu em torno de 25%, ritmo que a associação considera sustentável.</p>



<p>Por trás do desempenho, a ABCRED aponta dois movimentos. De um lado, instituições mais maduras, com uso de tecnologia e equipes capacitadas. De outro, um público de pequenos empreendedores que passou a valorizar o crédito acompanhado de orientação técnica.</p>



<h2><strong>Crédito orientado puxa expansão das operações</strong></h2>



<p>Segundo a presidente da ABCRED, Isabel Baggio, o avanço é resultado direto da combinação entre estrutura mais robusta das instituições de microfinanças e uma demanda que migrou do empréstimo solto para o crédito assistido. “Houve evolução na estrutura das IMFs, com equipes mais preparadas e uso de tecnologia, o que aumentou a eficiência”, afirma.</p>



<p>A executiva destaca também o vínculo com o tomador do empréstimo. “Ao mesmo tempo, cresce a demanda por um crédito que inclui orientação, apoio técnico e educação financeira, o que fortalece a relação com os empreendedores e mantém a inadimplência em torno de 4%, abaixo da média do sistema financeiro”, diz Baggio.</p>



<p>O patamar de calote menor que o registrado em outras linhas do mercado financeiro é, de acordo com a entidade, um dos fatores que dão fôlego à expansão e ajudam a atrair novos operadores para a base associada.</p>



<h2><strong>Carteira pode passar de R$ 2 bilhões em 2026</strong></h2>



<p>Para o ciclo seguinte, a expectativa segue positiva. A entidade projeta que a carteira total das instituições associadas deve superar 2 bilhões de reais em 2026, impulsionada pelo avanço do empreendedorismo como alternativa de renda em meio às mudanças no mercado de trabalho.</p>



<p>Outro vetor importante de crescimento veio da regulamentação. A Lei 15.364, sancionada em março de 2026, permite que até 20% da carteira das instituições seja direcionada a áreas como moradia, saneamento, saúde e educação, abrindo frentes inéditas de atuação para o setor.</p>



<p>Na avaliação de Baggio, o ajuste atende a demandas antigas das famílias atendidas pelas operadoras. “A ampliação do escopo fortalece o papel das microfinanças e permite desenvolver soluções mais adequadas às necessidades dos empreendedores e de suas famílias”, afirma a presidente da associação.</p>



<h2><strong>Microcrédito reforça renda do pequeno negócio</strong></h2>



<p>Na ponta, o efeito do empréstimo de pequeno valor se mede em estoque renovado, equipamento adquirido e novos postos de trabalho criados em negócios familiares. O acesso ao crédito viabiliza investimentos que dificilmente sairiam do papel pelas vias bancárias tradicionais.</p>



<p>Esse movimento ocorre em paralelo a uma reconfiguração do mercado de trabalho, em que abrir o próprio negócio deixou de ser plano B para milhões de brasileiros e passou a ser principal fonte de renda. Para empreendedores nessa condição, o acompanhamento das instituições reduz a chance de endividamento descontrolado.</p>



<p>Por outro lado, a ABCRED reforça que o avanço do setor precisa vir acompanhado de prudência. “O microcrédito responsável é essencial para garantir que o crédito seja uma solução, e não um problema”, afirma Baggio.</p>



<p>A executiva resume o cuidado que cerca o atendimento ao público de baixa renda. “Em um momento de alto endividamento da população de baixa renda no país, a orientação é fundamental para que esse recurso contribua de fato para o desenvolvimento dos negócios e a autonomia econômica dos empreendedores”, diz a presidente da entidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Panorama do Microcrédito no Brasil e Atuação das Instituições de Microfinanças Associadas</title>
		<link>https://abcred.org.br/panorama-do-microcredito-no-brasil-e-atuacao-das-instituicoes-de-microfinancas-associadas/3031/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 18:44:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=3031</guid>

					<description><![CDATA[1. BREVE HISTÓRIA DO MICROCRÉDITO NO BRASIL O microcrédito no Brasil consolidou-se como um movimento da sociedade civil organizada. Enquanto os bancos comerciais focavam em exigências de garantias reais, as organizações não governamentais pioneiras identificaram um vasto contingente de microempreendedores informais que estavam excluídos do acesso ao crédito. Esse movimento foi profundamente influenciado pelo modelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2><strong>1. BREVE HISTÓRIA DO MICROCRÉDITO NO BRASIL</strong></h2>



<p>O microcrédito no Brasil consolidou-se como um movimento da sociedade civil organizada. Enquanto os bancos comerciais focavam em exigências de garantias reais, as organizações não governamentais pioneiras identificaram um vasto contingente de microempreendedores informais que estavam excluídos do acesso ao crédito. Esse movimento foi profundamente influenciado pelo modelo do Grameen Bank, fundado por Muhammad Yunus em 1983, que provou que o crédito orientado a pessoas de baixa renda não se tratava de caridade, mas sim de uma tecnologia social sustentável e transformadora.</p>



<h2><strong>O pioneirismo da sociedade civil</strong></h2>



<p>A experiência brasileira mais antiga remonta a 1973, com o Projeto UNO (União Nordestina de Assistência a Pequenas Organizações), atuante em Recife e Salvador. Com o suporte técnico da ACCION International, o projeto demonstrou que o microcrédito possuía baixos índices de inadimplência e alta efetividade social. Nos anos 1990, o modelo ganhou capilaridade através de instituições como a Rede Ceape e o Viva Cred, este último criado pelo Viva Rio em 1996 para atuar nas comunidades de baixa renda do Rio de Janeiro.</p>



<h2><strong>A expansão via poder público local e a institucionalização</strong></h2>



<p>No final dos anos 1990, o modelo encontrou eco em governos municipais. Diversas prefeituras apoiaram a criação de instituições locais de microcrédito, e o esforço resultou na institucionalização do setor<strong>. </strong>A Lei das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (1999) constitui o marco inicial. O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (2005) integrou a metodologia de microcrédito orientado à política pública nacional.</p>



<h2><strong>2. ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS</strong></h2>



<p><strong>Qualificação, credenciamento e autonomia: </strong>As instituições de microfinanças operam como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, nos termos da Lei nº 9.790, de 1999, sendo essa qualificação requisito para conceder microcrédito produtivo orientado, conforme a Lei nº 11.110/2005.<br><strong>Atualizações normativas e ampliação do escopo: </strong>A Lei nº 15.364, de 26 de março de 2026, amplia a flexibilidade do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado e possibilita que até 20% da carteira seja destinada a finalidades complementares, como melhorias habitacionais.</p>



<h2><strong>3. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADES OPERADORAS DE MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS (ABCRED)</strong></h2>



<p>A ABCRED, fundada em 25 de março de 2002, consolida-se como a principal organização de representação nacional dedicada à promoção da inclusão socioeconômica por meio do microcrédito.</p>



<h2><strong>Missão e propósito institucional</strong></h2>



<p>A associação fundamenta sua atuação na seguinte missão: fortalecer as instituições associadas, promovendo o acesso a produtos e serviços de microfinanças. A entidade atua como um articulador que promove:</p>



<ul>
<li>Excelência Metodológica: Disseminação de práticas de gestão, governança e a metodologia de microcrédito produtivo orientado.</li>



<li>Interlocução Técnica e Política: Representação das instituições associadas perante o Ministério do Trabalho e Emprego, instâncias de regulação e políticas públicas.</li>



<li>Governança Setorial: Fomento a um ecossistema íntegro, que valoriza a transparência, a ética e a sustentabilidade das operações.</li>
</ul>



<h2><strong>Representatividade e capilaridade territorial</strong></h2>



<p>A associação congrega atualmente 39 instituições de microfinanças que operam com alta relevância em seus territórios. Esse conjunto de associadas permite identificar as reais dos pequenos negócios formais e informais. &nbsp;Abaixo, listamos as 39 instituições que compõem a base da entidade:</p>



<h2><strong>Instituições Associadas à ABCRED</strong></h2>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>INSTITUIÇÃO</strong></td><td><strong>ESTADO</strong></td></tr><tr><td>Acrecid</td><td>Rondônia</td></tr><tr><td>Acreditar</td><td>Pernambuco</td></tr><tr><td>Acredite</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>AmazonCred</td><td>Pará</td></tr><tr><td>Banco Crescer IASOL</td><td>Minas Gerais</td></tr><tr><td>Banco da Família</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco da Gente de Rondonópolis</td><td>Mato Grosso</td></tr><tr><td>Banco da Gente/MG</td><td>Minas Gerais</td></tr><tr><td>Banco do Empreendedor</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco do Planalto Norte</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Crédito Solidário Microfinanças &#8211; BPCS</td><td>São Paulo</td></tr><tr><td>Banco do Povo de Rondônia</td><td>Rondônia</td></tr><tr><td>Banco do Vale</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Banco Funpet</td><td>Alagoas</td></tr><tr><td>Banco Pérola</td><td>São Paulo</td></tr><tr><td>Blusol</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>BR Garantias</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Casa do Empreendedor</td><td>Paraná</td></tr><tr><td>Casa do Microcrédito</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>CEAPE BRASIL/MA</td><td>Maranhão</td></tr><tr><td>CEAPE/BA</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>CEAPE/PB</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>CEAPE/PE</td><td>Pernambuco</td></tr><tr><td>CEAPE/SE</td><td>Sergipe</td></tr><tr><td>Crecerto</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Credimais</td><td>Goiás</td></tr><tr><td>Credioeste</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Credisol</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>Extracredi</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>ICC Conquista Solidária</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>ICC Itabuna Solidária</td><td>Bahia</td></tr><tr><td>ICC Serra</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td>IDEGRA</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>Imembuí Microfinanças</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td>INEC</td><td>Ceará</td></tr><tr><td>Instituto Estrela</td><td>Paraíba</td></tr><tr><td>Maringá Crédito Solidário &#8211; MCS</td><td>Paraná</td></tr><tr><td>Profomento</td><td>Santa Catarina</td></tr><tr><td>RS Garanti</td><td>Rio Grande do Sul</td></tr><tr><td></td><td></td><td></td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>4. IMPACTO ACUMULADO E PANORAMA OPERACIONAL (2025)</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>+ 20 bilhões</strong> <strong>de reais emprestados</strong></td><td><strong>+ de 5,1 milhões</strong> <strong>operações realizadas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A atuação das instituições associadas à ABCRED é compreendida através do seu impacto cumulativo. Com 283 pontos de atendimento e uma equipe de 1.857 colaboradores, as instituições asseguram a presença nos territórios. Destaca-se o papel do agente de crédito, com 950 profissionais, que atua como o elo para garantir a metodologia de microcrédito orientado e a qualidade da carteira.</p>



<h2><strong>5. PANORAMA OPERACIONAL 2025</strong></h2>



<p>Os indicadores de 2025 detalham a performance das instituições de microfinanças, validando a sustentabilidade do modelo operacional das 33 instituições associadas. A gestão eficiente do risco sustenta uma operação que ultrapassa R$ 1,9 bilhão em novos desembolsos anuais.</p>



<p><strong>5.1. Indicadores Operacionais Consolidados</strong></p>



<p>Os indicadores consolidados de 2025 dimensionam o alcance das instituições associadas e a eficácia de sua metodologia, beneficiando 188.244 microempreendedores e trabalhadores por conta própria, totalizando um aporte de aproximadamente R$ 2 bilhões.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Indicador</strong></td><td><strong>Valor</strong></td></tr><tr><td><strong>Carteira Ativa</strong></td><td>R$ 1.550.599.516,12</td></tr><tr><td><strong>Clientes Ativos</strong></td><td>237.798</td></tr><tr><td><strong>Valor Total Emprestado (2025)</strong></td><td>R$ 1.913.195.054,48</td></tr><tr><td><strong>Número de Operações</strong></td><td>188.244</td></tr><tr><td><strong>Ticket Médio</strong></td><td>R$ 8.937,93</td></tr><tr><td><strong>Inadimplência &gt; 30 dias</strong></td><td>4,79%</td></tr><tr><td><strong>Inadimplência &gt; 90 dias</strong></td><td>3,42%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Outro aspecto importante é o ticket médio, que consolida a missão de conceder microcrédito para iniciativas econômicas da base da pirâmide social. Além disso, a manutenção da inadimplência acima de 90 dias é o principal selo de qualidade da metodologia do crédito orientado.</p>



<p><strong>5.2. Distribuição por Linha de Microcrédito</strong></p>



<p>A especialização da carteira demonstra o foco das instituições no suporte à operação imediata dos pequenos negócios, conforme detalhado abaixo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Produto de Microcrédito</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Microcrédito Produtivo &#8211; Capital de Giro</strong></td><td>77,88%</td></tr><tr><td><strong>Microcrédito Produtivo &#8211; Investimentos</strong></td><td>7,45%</td></tr><tr><td><strong>Crédito Habitacional ou para reformas</strong></td><td>3,22%</td></tr><tr><td><strong>Água e Saneamento</strong></td><td>0,14%</td></tr><tr><td><strong>Energia solar</strong></td><td>0,30%</td></tr><tr><td><strong>Crédito Agro</strong></td><td>1,11%</td></tr><tr><td><strong>Pessoal</strong></td><td>5,41%</td></tr><tr><td><strong>Outros</strong></td><td>4,49%</td></tr><tr><td><strong>Total</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Capital de Giro e Investimento atingem 85,33% do volume total, refletindo o foco na geração de renda. A Lei nº 15.364 amplia a atuação para melhorias habitacionais, com segurança jurídica e flexibilidade.</p>



<h2><strong>6. PERFORMANCE REGIONAL DAS IMF</strong></h2>



<p>A análise da performance regional baseia-se nos dados das 33 instituições respondentes da ABCRED.</p>



<p><strong>6.1. Consolido de Ativos e Operações por Região</strong></p>



<p>A primeira perspectiva foca nos valores absolutos geridos e na base de clientes ativos até dezembro de 2025. Esses números demonstram a capacidade de manutenção de carteira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>Carteira Ativa (R$)</strong></td><td><strong>Clientes Ativos</strong></td><td><strong>Valor Emprestado (R$)</strong></td><td><strong>Operações (Qtd)</strong></td></tr><tr><td><strong>SUL</strong></td><td>R$ 834.727.530,04</td><td>108.232</td><td>R$ 844.592.202,86</td><td>94.703</td></tr><tr><td><strong>NORDESTE</strong></td><td>R$ 363.327.788,18</td><td>48.926</td><td>R$ 563.867.378,11</td><td>64.870</td></tr><tr><td><strong>NORTE</strong></td><td>R$ 329.335.437,71</td><td>70.624</td><td>R$ 459.296.925,18</td><td>20.614</td></tr><tr><td><strong>SUDESTE</strong></td><td>R$ 16.386.114,87</td><td>9.074</td><td>R$ 27.857.216,20</td><td>5.747</td></tr><tr><td><strong>CENTRO-OESTE</strong></td><td>R$ 6.822.645,32</td><td>942</td><td>R$ 17.581.332,13</td><td>2.310</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>R$ 1.550.599.516,12</td><td>237.798</td><td>R$ 1.913.195.054,48</td><td>188.244</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>6.2. Dinâmica de Participação e Fluxo de Crédito</strong></p>



<p>A segunda visão analisa o peso relativo de cada região no volume total injetado em 2025, evidenciando onde o esforço operacional é mais intenso.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Região</strong></td><td><strong>% Valor Emprestado</strong></td><td><strong>% Operações Realizadas</strong></td></tr><tr><td><strong>SUL</strong></td><td>44%</td><td>50%</td></tr><tr><td><strong>NORDESTE</strong></td><td>30%</td><td>35%</td></tr><tr><td><strong>NORTE</strong></td><td>24%</td><td>11%</td></tr><tr><td><strong>SUDESTE</strong></td><td>1%</td><td>3%</td></tr><tr><td><strong>CENTRO-OESTE</strong></td><td>1%</td><td>1%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100%</td><td>100%</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>6.3. Análise do Desempenho Regional</strong></p>



<p>A leitura descritiva dos dados aponta para comportamentos do cenário institucional e logístico:</p>



<ul>
<li>Região Sul: 44% do valor emprestado com 50% das operações realizadas, com dois fatores principais: o apoio do governo de Santa Catarina e a ausência de grandes instituições públicas/privadas atuando no território.</li>



<li>Nordeste: 30% do volume emprestado e 35% das operações. O relatório não contempla os dados do Banco do Nordeste (BNB), que possui a maior carteira do país.</li>



<li>Norte: 24% do valor emprestado, mas apenas 11% das operações. Indicando ticket médio mais alto e baixa pulverização, devido à dificuldade de locomoção e à logística do microcrédito orientado.</li>



<li>Sudeste e Centro-Oeste: Com 1% de participação cada, as regiões representam um dos maiores desafios da ABCRED. O baixo índice decorre da baixa densidade de Instituições de Microfinanças atuando nessas localidades.</li>
</ul>



<h2><strong>7. PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS CLIENTES</strong></h2>



<p>Os dados detalham os empreendedores atendidos pelas 33 instituições, refletindo o alcance social do microcrédito orientado e a identidade do público que busca as IMF.</p>



<p><strong>Dados Gerais Relevantes</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>51%</strong> <strong>dos clientes são mulheres</strong></td><td><strong>74%</strong> <strong>dos clientes são informais</strong></td><td><strong>55,25%</strong> <strong>dos clientes possui mais de 41 anos</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A presença de mulheres (51%) confirma o microcrédito como ferramenta de geração de renda. A informalidade (74%) valida as IMF como porta de acesso ao crédito para quem está fora dos registros oficiais.</p>



<p><strong>7.1. Faixa Etária</strong></p>



<p>Com uma concentração na faixa dos 31 aos 50 anos, esse perfil reforça que o microcrédito orientado é a ferramenta de escolha para empreendedores.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Faixa Etária</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>De 18 a 20 anos</strong></td><td>3,44%</td></tr><tr><td><strong>De 21 a 30 anos</strong></td><td>15,06%</td></tr><tr><td><strong>De 31 a 40 anos</strong></td><td>26,45%</td></tr><tr><td><strong>De 41 a 50 anos</strong></td><td>24,03%</td></tr><tr><td><strong>De 51 a 60 anos</strong></td><td>14,41%</td></tr><tr><td><strong>Acima de 60 anos</strong></td><td>7,55%</td></tr><tr><td><strong>Não informado</strong></td><td>9,26%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>64,89% dos beneficiários estão na faixa entre 31 e 60 anos. O índice de empreendedores acima dos 50 anos (21,96%) sinaliza o papel das IMF no suporte a pessoas que buscam por conta própria uma alternativa de renda.</p>



<p><strong>7.2. Renda Domiciliar</strong></p>



<p>Os indicadores de renda domiciliar comprovam que as Instituições de Microfinanças (IMF) operam com o público na base da pirâmide econômica brasileira. A concentração de empreendedores nas faixas de menor rendimento reforça o papel social do setor na promoção da inclusão financeira.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Renda Domiciliar</strong></td><td><strong>Participação (%)</strong></td></tr><tr><td><strong>Até 1/2 Salário Mínimo</strong></td><td>16,67%</td></tr><tr><td><strong>De 1/2 a 1 Salário Mínimo</strong></td><td>7,37%</td></tr><tr><td><strong>De 1 a 3 Salários Mínimos</strong></td><td>29,82%</td></tr><tr><td><strong>De 3 a 5 Salários Mínimos</strong></td><td>12,32%</td></tr><tr><td><strong>De 5 a 10 Salários Mínimos</strong></td><td>5,00%</td></tr><tr><td><strong>Acima de 10 Salários Mínimos</strong></td><td>1,70%</td></tr><tr><td><strong>Não informado</strong></td><td>27,12%</td></tr><tr><td><strong>TOTAL</strong></td><td>100,00%</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A soma das três primeiras faixas indica que mais de 53% dos empreendedores atendidos possuem renda domiciliar de até 3 salários mínimos, validando a missão das IMF de alcançar cidadãos que o sistema financeiro tradicional não consegue atender.</p>



<p><strong>7.3 Análise Integrada dos Dados</strong></p>



<p>46% dos beneficiários estão acima dos 41 anos, utilizando o microcrédito para geração de renda e continuidade das atividades produtivas. 53,86% têm renda de até 3 salários mínimos, sendo 24,04% até 1 salário mínimo, onde a atuação das IMF é indispensável.</p>



<h2>8<strong>. FONTES DE FUNDING E SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA</strong></h2>



<p>A perenidade e a capacidade de expansão das instituições associadas à ABCRED dependem de uma matriz de captação de recursos resiliente.</p>



<p><strong>8.1. Instituições Parceiras</strong></p>



<p>As instituições de microfinanças buscam viabilizar suas operações através de parcerias com entes financeiros. Entre os principais, destacam-se:</p>



<ul>
<li>BNDES: Principal indutor do microcrédito orientado no Brasil.</li>



<li>CAIXA: Parceiro estratégico na capilarização do crédito social.</li>



<li>Agências de Fomento Estaduais: Fundamentais para a tração regional, como BADESC (SC), BRDE (Região Sul) e Desenbahia (BA).</li>



<li>Bancos Privados Brasileiros: Como o Banco Daycoval, que sinaliza a abertura do capital comercial para o setor.</li>



<li>Agências e Fundos Internacionais: Entidades como a Oikocredit (Holanda), BNP Paribas (França), Kiva (EUA) e o fundo LocFound. Estas organizações validam a governança das OSCIPs brasileiras perante o mercado global de finanças sociais, exigindo conformidade com padrões internacionais de impacto e transparência.</li>
</ul>



<p><strong>8.2. Desafios do Custo do Capital</strong></p>



<p>O acesso a linhas de crédito com custos compatíveis à realidade do microempreendedor é um frande gargalo operacional das instituições. Atualmente, o cenário é dado pelas seguintes condições:</p>



<ul>
<li>Custo Financeiro Elevado: Com a taxa Selic em patamares próximos a 15% ao ano, a captação de recursos no mercado torna-se onerosa, dificultando o repasse de juros acessíveis.</li>



<li>Restrições de Acesso: As exigências de garantias e os critérios rígidos das instituições financeiras tradicionais não condizem com a natureza sem fins lucrativos das IMF.</li>



<li>Proteção de beneficiário: Diante das taxas elevadas, as instituições optam por operar com capital próprio para proteger o cliente final de juros proibitivos, o que acaba por restringir o volume de atendimentos e a expansão.</li>
</ul>



<p><strong>9. CONTEXTUALIZAÇÃO E ANÁLISE FINAL: O FUTURO DAS MICROFINANÇAS ORIENTADAS</strong></p>



<p>O presente relatório consolida o desempenho das instituições associadas em 2025 e apresenta o estágio atual de um ecossistema que atua como alternativa viável para a inclusão socioeconômica no Brasil.</p>



<h2><strong>Síntese e Perspectivas</strong></h2>



<p>A convergência dos dados permite conclusões para o planejamento e a sustentabilidade do setor:</p>



<p><strong>Custo do Funding: </strong>O cenário de restrição ao crédito adequado para as IMF impõe desafios à sustentabilidade das operações. Com a Selic elevada, o custo de captação muitas inviabiliza o repasse direto. Desta forma, as IMF priorizam a aplicação de recursos para evitar o encarecimento dos juros aos tomadores. Mas essa prática limita o alcance do atendimento, pois a expansão fica restrita ao capital interno.</p>



<p><strong>Densidade Institucional e Expansão:</strong> A análise regional evidencia que a baixa participação das regiões Sudeste e Centro-Oeste decorre da escassez de organizações operando nessas áreas.</p>



<p><strong>Foco na Base da Pirâmide:</strong> Com 53% dos clientes com renda domiciliar de até 3 salários mínimos, as IMF ocupam o espaço negligenciado pelo sistema bancário tradicional.</p>



<h2><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A ABCRED, ao registrar mais de R$ 20 bilhões em desembolsos históricos, comprova a solidez de seu modelo operacional. O desafio para o futuro reside em ampliar a densidade institucional em regiões desassistidas e em buscar mecanismos que reduzam o custo do capital, permitindo que a capilaridade das IMF alcance a massa de empreendedores e trabalhadores por conta própria.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bahia registra primeira operação do FAMPE Microcrédito e amplia acesso ao crédito para MEIs sem garantias</title>
		<link>https://abcred.org.br/bahia-registra-primeira-operacao-do-fampe-microcredito-e-amplia-acesso-ao-credito-para-meis-sem-garantias/2995/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=2995</guid>

					<description><![CDATA[Bahia registra primeira operação do FAMPE Microcrédito e amplia acesso ao crédito para MEIs sem garantias A Bahia registrou a primeira operação do FAMPE Microcrédito, fundo garantidor que amplia o acesso ao crédito para microempreendedores individuais sem garantias formais. A iniciativa foi viabilizada por meio da parceria entre a ABCRED (Associação Brasileira das Entidades Operadoras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bahia registra primeira operação do FAMPE Microcrédito e amplia acesso ao crédito para MEIs sem garantias<br><br>A Bahia registrou a primeira operação do FAMPE Microcrédito, fundo garantidor que amplia o acesso ao crédito para microempreendedores individuais sem garantias formais. A iniciativa foi viabilizada por meio da parceria entre a ABCRED (Associação Brasileira das Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças) e o Sebrae, com a operação realizada pelo Banco do Povo de Itabuna.<br><br>Os valores liberados variam de R$ 1 mil a R$ 20 mil. Para 2026, a expectativa é movimentar cerca de R$ 4 milhões em microcrédito nos municípios atendidos, sendo aproximadamente 10% desse total — em torno de R$ 400 mil — com o apoio do FAMPE Microcrédito.<br><br>O marco ocorre em um contexto relevante. O Brasil possui mais de 14,6 milhões de microempreendedores individuais, segundo dados do IBGE, que representam parcela significativa da base produtiva formal do país. Na Bahia, são mais de 800 mil MEIs ativos, público que frequentemente enfrenta barreiras no acesso ao sistema financeiro tradicional.<br><br>O FAMPE Microcrédito atua como aval complementar e pode garantir até 80% do valor do contrato, reduzindo o risco da operação e permitindo que empreendedores que não possuem bens formais como garantia possam acessar financiamento para investir, expandir ou estruturar seus negócios.<br><br>O Banco do Povo, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com atuação no terceiro setor, foi responsável pelas primeiras liberações no estado. As beneficiadas foram a empresária Neuma Alves, proprietária de um bar em Itabuna, e Brenda Barreto, de 20 anos, à frente da BB Make, negócio de cosméticos com atuação digital. “Quero crescer, investir na estrutura e abrir minha loja física”, afirma Brenda.<br><br>Para Ilana Queiroz Bezerra, presidente da Abomcred e diretora-executiva do Banco do Povo, a operação representa um avanço estrutural para o ecossistema de microfinanças baiano.<br><br>Além da garantia facilitada, o modelo preserva uma das principais características do microcrédito produtivo orientado: o acompanhamento presencial por agente de crédito, que orienta a aplicação estratégica dos recursos e contribui para reduzir inadimplência e aumentar a sustentabilidade do empreendimento.<br><br>A parceria entre ABCRED e Sebrae prevê a expansão do FAMPE Microcrédito em diferentes regiões do país. A estreia na Bahia marca a entrada do mecanismo no estado e abre caminho para ampliar o acesso ao crédito a uma base produtiva que sustenta milhares de famílias e movimenta a economia local.<br><br></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Microcrédito avança sobre mercado de melhorias habitacionais no Brasil</title>
		<link>https://abcred.org.br/microcredito-avanca-sobre-mercado-de-melhorias-habitacionais-no-brasil/2975/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 15:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=2975</guid>

					<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), em parceria com a Oikocredit e a organização não governamental Habitat para a Humanidade Brasil, que se dedica à promoção da moradia digna, iniciou o desenvolvimento de um produto financeiro voltado à reforma e ampliação de moradias – um segmento ainda pouco atendido no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED), em parceria com a Oikocredit e a organização não governamental Habitat para a Humanidade Brasil, que se dedica à promoção da moradia digna, iniciou o desenvolvimento de um produto financeiro voltado à reforma e ampliação de moradias – um segmento ainda pouco atendido no país, apesar da alta demanda. A iniciativa, financiada pela Oikocredit, tem como objetivo desenhar um modelo replicável para instituições de microfinanças em todo o Brasil.</p>



<p>O movimento responde a um problema estrutural: mais de 26,5 milhões de domicílios urbanos brasileiros apresentam algum tipo de inadequação, o que representa 41,2% do total, segundo a Fundação João Pinheiro.&nbsp;Na prática, trata-se de um universo expressivo de moradias com demanda potencial por melhorias, ainda pouco atendido por soluções estruturadas de crédito. Hoje, famílias de baixa renda que precisam reformar suas casas enfrentam uma lacuna: o crédito tradicional não atende esse perfil, e o financiamento habitacional convencional não contempla pequenas melhorias.</p>



<p>São intervenções essenciais, como construção de banheiros, correção de infiltrações, reforço estrutural ou ampliação de cômodos, geralmente realizadas na informalidade, ao longo de anos e sem planejamento técnico.</p>



<p>“A gente está falando de uma demanda real e recorrente, que ainda não encontrou soluções financeiras adequadas. Quando o crédito não chega, as famílias acabam resolvendo essas necessidades de forma mais lenta, mais cara e, muitas vezes, com risco maior”, afirma a presidente da ABCRED, Isabel Baggio.</p>



<p>A proposta da parceria é justamente preencher esse vazio, criando um produto adaptado à realidade das famílias e das instituições de microfinanças.&nbsp;Diferentemente de iniciativas tradicionais, o projeto não começa com uma oferta pronta ao mercado. O foco inicial é o desenho técnico e operacional do produto, com base em dados, testes e validação em campo.</p>



<p>O modelo prevê etapas de diagnóstico das necessidades habitacionais dos clientes, desenvolvimento ou adaptação dos produtos financeiros, capacitação das equipes e implementação de projetos-piloto em diferentes regiões do país.&nbsp;Participam dessa fase instituições como BluSol, Crecerto, CEAPE Brasil e Banco do Povo Crédito Solidário, que atuarão como laboratórios para a construção do modelo.</p>



<p>Um dos diferenciais da iniciativa é utilizar a capilaridade das instituições de microfinanças já em operação no Brasil, o que permite acelerar a implementação futura sem depender exclusivamente de novos canais ou políticas públicas.&nbsp;A ABCRED reúne organizações com atuação em diferentes regiões do país, muitas delas com experiência consolidada em microcrédito produtivo e relacionamento direto com comunidades de baixa renda. A expectativa é que, ao final do processo, o produto esteja estruturado para ser replicado em escala.</p>



<p>Além de melhorar as condições de vida das famílias, esse tipo de financiamento tende a movimentar economias locais, gerar demanda para o setor de construção e reduzir custos públicos relacionados à saúde e à infraestrutura urbana.&nbsp;“O microcrédito produtivo já mostrou que é possível estruturar soluções financeiras adaptadas à realidade de quem está fora do sistema tradicional. O avanço para o crédito habitacional segue essa mesma lógica, com potencial de escala e impacto econômico relevante”, afirma Isabel.</p>



<p><strong>PARCERIA</strong></p>



<p>A parceria reúne três frentes complementares: a capilaridade e experiência das instituições de microfinanças associadas à ABCRED, a capacidade de financiamento de impacto da Oikocredit e o conhecimento técnico da Habitat para a Humanidade Brasil em melhorias habitacionais e desenvolvimento comunitário. Juntas, as organizações buscam estruturar um modelo de crédito que combine acesso financeiro, orientação técnica e potencial de escala, com foco na melhoria das condições de moradia no país.</p>



<p>“Essa parceria reúne dois elementos centrais. De um lado, a Oikocredit já vinha, em nível global, identificando a necessidade de ampliar produtos e ferramentas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida dos clientes. De outro, as próprias instituições já observavam, na prática, a demanda por soluções voltadas à reforma habitacional”, afirma Nicolas Viedma Cestarolli, gerente regional da Oikocredit Cone Sul.</p>



<p>“Com a convergência desses dois movimentos, estruturamos um programa piloto, que será desenvolvido ao longo de 2026, com participação das instituições microfinanceiras e apoio técnico da Habitat. A expectativa é ampliar a iniciativa e alcançar mais organizações ao final dessa fase”, completa.</p>



<p>Socorro Leite, diretora executiva da Habitat para a Humanidade Brasil, destaca que a organização atua há 34 anos apoiando famílias de baixa renda na melhoria das condições de moradia e conhece de perto a realidade habitacional no país. “Neste projeto, vamos apoiar instituições de microfinanças no desenho de produtos de crédito voltados à melhoria habitacional, ampliando as possibilidades de financiamento e suporte a essas famílias”, afirma.</p>



<p></p>



<p><strong>Na Mídia</strong><br>Confira onde o tema foi publicado:</p>



<ul>
<li><strong>Veículo 1:</strong> <a href="https://miriangasparin.com.br/2026/03/microcredito-avanca-sobre-mercado-de-melhorias-habitacionais-no-brasil/">Link para a matéria</a></li>



<li><strong>Veículo 2:</strong> <a>L</a><a href="https://guaiba.com.br/microcredito-avanca-sobre-mercado-de-melhorias-habitacionais-no-brasil/">ink para a matéria</a></li>



<li><strong>Veículo 3:</strong> <a href="https://bahiaeconomica.com.br/wp/?p=982711&amp;preview=true">Link para a matéria</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marco legal das microfinanças avança e amplia atuação das OSCIPs</title>
		<link>https://abcred.org.br/marco-legal-das-microfinancas-avanca-e-amplia-atuacao-das-oscips/2967/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atratisdev]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ABCRED]]></category>
		<category><![CDATA[OSCIP]]></category>
		<category><![CDATA[PL3190]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=2967</guid>

					<description><![CDATA[Mudança histórica segue para sanção presidencial A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o parecer da Deputada Julia Zanata relativo ao PL 3190/2023, que atualiza o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo e Orientado (PNMPO) no país e incorpora, pela primeira vez, o conceito de microfinanças na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Mudança histórica segue para sanção presidencial</strong></p>



<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o parecer da Deputada Julia Zanata relativo ao PL 3190/2023, que atualiza o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo e Orientado (PNMPO) no país e incorpora, pela primeira vez, o conceito de microfinanças na legislação. A matéria, de autoria do senador Esperidião Amin, Presidente da Frente Parlamentar de Apoio do Microcrédito e as Microfinanças, conforme rito, passou pela Comissão de Industria, Comércio e Serviços (CICS), Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, sendo aprovado sem alterações, seguindo agora para sanção presidencial.</p>



<p>A mudança é considerada um avanço estrutural para o setor. Até hoje, o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) limitava a atuação das OSCIPs e instituições operadoras às atividades estritamente ligadas ao empreendedorismo, ou seja, pessoas com atividade econômica instalada e comprovadas. Com a alteração, abre-se a possibilidade de atendimento também às necessidades das pessoas físicas, sejam os próprios empreendedores de pequenos negócios ou pessoas físicas sem atividade econômica, permitindo financiamentos voltados à melhoria habitacional, saneamento, energia solar e outras necessidades que impactam diretamente a qualidade de vida.</p>



<p>Com a alteração as OSCIPs de Microcrédito, passam a atuar como Instituições de Microfinanças (IMFs), e ficam autorizadas a direcionar até 20% de suas carteiras para operações de microfinanças voltadas a esse público, ampliando de forma concreta o alcance social do setor. Trata-se de uma mudança que alinha o Brasil às melhores práticas internacionais, nas quais o microcrédito não se restringe ao fomento de pequenos negócios, mas atua como instrumento de inclusão financeira e desenvolvimento humano.</p>



<p>Para Isabel Baggio, presidente da ABCRED, o novo marco legal corrige uma limitação histórica. “O Brasil finalmente reconhece que microfinanças não dizem respeito apenas ao empreendedorismo, mas à vida real das pessoas. Essa lei permite que milhares de famílias possam financiar melhorias essenciais e ter acesso a crédito responsável, mesmo sem manter atividade econômica formal. É um passo decisivo para ampliar a inclusão financeira e fortalecer o impacto social das OSCIPs”, afirma.</p>



<p>Em manifestação o Senador Esperidião Amin declarou: “Tão logo implantamos o Fórum Parlamentar de Apoio ao Microcrédito e as Microfinanças, considerando serem as OSCIPs de Microcrédito as organizações que realmente atendem os empreendedores de pequenos negócios, através de sua metodologia de atendimento, entendemos, por proposta da ABCRED, que precisaríamos alterar a Lei 16.636 que regula o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo e Orientado (PNMPO), tornando mais abrangente, para atender também as necessidades pessoais do Empreendedor, ou mesmo da população de baixa renda, tais como: melhorias habitacionais, saneamento básico, energia solar, entre outros, iniciando assim a implantação do conceito de Microfinanças, que amplia significativamente a possibilidade de atendimento das OSCIPs de Microcrédito.”</p>



<p>O setor agora acompanha a etapa final de tramitação do PL 3190/2023, que terá agora 05 dias para recurso e na sequência segue para cumprir ritos burocráticos e preparação de mensagem de envio para sanção do Presidente da República. A expectativa é que a atualização da Lei 16.636, que regula o PNMPO, impulsione novos investimentos, aumente o alcance das IMFs e fortaleça políticas de desenvolvimento econômico e Social, especialmente nas regiões mais vulneráveis do país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Microfinanças, Microcrédito e Governança Climática na COP30: a participação da Credisol.</title>
		<link>https://abcred.org.br/microfinancas-microcredito-e-governanca-climatica-na-cop30-a-participacao-da-credisol/2952/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[atratisdev]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 16:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=2952</guid>

					<description><![CDATA[O artigo destaca discussões ocorridas em painéis da COP30, realizada em Belém-PA, que reforçaram o papel das microfinanças como instrumento essencial para ampliar adaptação e resiliência frente às mudanças climáticas. Especialistas apontaram que instituições de microcrédito atendem públicos vulneráveis e regiões onde o sistema financeiro tradicional não chega adequadamente, motivo pelo qual são fundamentais para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O artigo destaca discussões ocorridas em painéis da COP30, realizada em Belém-PA, que reforçaram o papel das microfinanças como instrumento essencial para ampliar adaptação e resiliência frente às mudanças climáticas. Especialistas apontaram que instituições de microcrédito atendem públicos vulneráveis e regiões onde o sistema financeiro tradicional não chega adequadamente, motivo pelo qual são fundamentais para o financiamento climático e autonomia financeira.</p>



<p>A Credisol, OSCIP de microcrédito com mais de 26 anos de atuação nacional, participou de dois momentos oficiais do evento. No workshop do Azerbaijão, na Blue Zone, área da ONU destinada a delegações e organismos internacionais, a Instituição apresentou sua experiência no microcrédito produtivo orientado e discutiu sua contribuição para a resiliência econômica de microempreendedores.</p>



<p>Os debates ressaltaram que as <strong>microfinanças </strong>não apenas reduzem a pobreza e promovem a inclusão produtiva, mas também apoiam práticas sustentáveis e modos de vida resilientes. Especialistas reforçaram que o setor é um canal eficiente e ainda pouco explorado para distribuir recursos climáticos em territórios vulneráveis.</p>



<p>O segundo momento ocorreu no estande do BNDES, na Zona Verde, com a participação do gerente executivo, Eduardo R Manenti, do coordenador ESG da Credisol e do consultor Pedro Ananias Alves, reconhecido pelo trabalho de expansão do microcrédito no Brasil. O painel destacou a importância do PNMPO e apresentou o caso de uma microempreendedora do Mercado do Ver-o-Peso, exemplificando o impacto do crédito produtivo orientado no desenvolvimento local.</p>



<p>O artigo conclui que o acesso ao crédito contribui diretamente para inclusão produtiva, geração de renda e fortalecimento comunitário, e que o desenvolvimento sustentável depende da integração entre inclusão financeira, justiça climática e oportunidades reais para quem está à margem do sistema financeiro.</p>



<p>Acesse a íntegra do material pelo link:<br><a href="https://credisol.org.br/blog/post/microfinancas-microcredito-e-governanca-climatica-na-cop30-por-que-o-desenvolvimento-sustentavel-precisa-incluir-quem-esta-a-margem-do-sistema-financeiro-596" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://credisol.org.br/blog/post/microfinancas-microcredito-e-governanca-climatica-na-cop30-por-que-o-desenvolvimento-sustentavel-precisa-incluir-quem-esta-a-margem-do-sistema-financeiro-596</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito Solidário Microfinanças participa de projeto de microcrédito apoiado pelo Rotary</title>
		<link>https://abcred.org.br/credito-solidario-microfinancas-participa-de-projeto-de-microcredito-apoiado-pelo-rotary/2935/</link>
					<comments>https://abcred.org.br/credito-solidario-microfinancas-participa-de-projeto-de-microcredito-apoiado-pelo-rotary/2935/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 17:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=2935</guid>

					<description><![CDATA[O projeto de microcrédito desenvolvido pelo Rotary Club de Jundiaí-Serra do Japy, com apoio da Fundação Rotária, contou com a participação da Crédito Solidário Microfinanças, associada da Abcred. A iniciativa, detalhada na edição de janeiro de 2025 da revista Rotary Brasil, beneficiou cerca de 50 famílias de microempreendedores locais. A Crédito Solidário atuou como administradora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O projeto de microcrédito desenvolvido pelo Rotary Club de Jundiaí-Serra do Japy, com apoio da Fundação Rotária, contou com a participação da Crédito Solidário Microfinanças, associada da Abcred. A iniciativa, detalhada na edição de janeiro de 2025 da revista Rotary Brasil, beneficiou cerca de 50 famílias de microempreendedores locais.</p>



<p>A Crédito Solidário atuou como administradora do fundo de microcrédito, garantindo a aplicação dos recursos conforme estabelecido no projeto. Os valores foram destinados exclusivamente para investimentos nos negócios dos participantes, como compra de equipamentos, estoques e capital de giro.</p>



<p>De acordo com Alexandre Censi, associado do Rotary Club de Jundiaí, os participantes tiveram um aumento médio de renda de aproximadamente 30%. O sucesso da iniciativa levou à criação de um segundo projeto, iniciado em julho, também com apoio de Subsídios Globais.</p>



<p>A Abcred reconhece a importância de iniciativas como esta, que demonstram o papel transformador das instituições de microfinanças no desenvolvimento econômico local. A atuação da Crédito Solidário neste projeto reforça o compromisso das associadas da Abcred com o fomento ao empreendedorismo e à inclusão financeira.</p>



<p>Confira a matéria completa na edição de janeiro de 2025 da revista Rotary Brasil clicando <a href="https://drive.google.com/file/d/1a8DAL87C-H6Den16HFbiG_LQ6KLr6XL3/view?usp=sharing">aqui</a>. </p>



<p class="has-text-align-center">(<em>Fonte</em>: <em>Rotary Brasil</em>, <em>Crédito Solidário Microfinanças</em>)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://abcred.org.br/credito-solidario-microfinancas-participa-de-projeto-de-microcredito-apoiado-pelo-rotary/2935/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ABCRED promove reunião estratégica com SEBRAE para alinhar parceria do Programa FAMPE Microcrédito</title>
		<link>https://abcred.org.br/abcred-promove-reuniao-estrategica-com-sebrae-para-alinhar-parceria-do-programa-fampe-microcredito/2922/</link>
					<comments>https://abcred.org.br/abcred-promove-reuniao-estrategica-com-sebrae-para-alinhar-parceria-do-programa-fampe-microcredito/2922/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 13:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associadas]]></category>
		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Microfinança]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://abcred.org.br/?p=2922</guid>

					<description><![CDATA[A ABCRED realizou na última sexta-feira (11/07) uma reunião técnica com o SEBRAE Nacional para detalhar a operacionalização do programa FAMPE Microcrédito, que contará com recursos iniciais de R$ 15 milhões do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas. O encontro contou com a presença de Adalberto de Sousa Luiz, Analista de Produtos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ABCRED realizou na última sexta-feira (11/07) uma reunião técnica com o SEBRAE Nacional para detalhar a operacionalização do programa FAMPE Microcrédito, que contará com recursos iniciais de R$ 15 milhões do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas. O encontro contou com a presença de Adalberto de Sousa Luiz, Analista de Produtos de Garantia do SEBRAE Nacional, que apresentou as diretrizes técnicas para a execução do programa.</p>



<p>O FAMPE Microcrédito será operacionalizado através das OSCIPs associadas à ABCRED, garantindo assim a cobertura necessária para atender microempreendedores em todo o território nacional. Esta estrutura permite que os recursos cheguem de forma eficiente aos pequenos negócios que mais necessitam de apoio financeiro.</p>



<p>Durante a reunião, foram discutidos aspectos operacionais fundamentais, incluindo os critérios de elegibilidade, os mecanismos de garantia, o cronograma de implementação e os sistemas de monitoramento. O programa representa uma importante ferramenta para promover a inclusão financeira e estimular o desenvolvimento econômico local.</p>



<p>A ABCRED reforça seu compromisso com a criação de soluções financeiras acessíveis e destaca que o FAMPE Microcrédito foi desenhado para atender especificamente às necessidades dos pequenos negócios brasileiros, seguindo os mais altos padrões de governança e transparência.</p>



<p class="has-text-align-center">(<em>Fonte</em>: ABCRED – Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://abcred.org.br/abcred-promove-reuniao-estrategica-com-sebrae-para-alinhar-parceria-do-programa-fampe-microcredito/2922/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
